Michael Kiwanuka – Fudge
Fudge é a obra mais crua e pessoal de Michael Kiwanuka e é o seu quinto álbum de estúdio com lançamento para hoje. Kiwanuka assina um manifesto de libertação artística e introspeção profunda captando um músico em plena reconstrução, afirmando a sua voz mais genuína e sincera.
Yeah Yeah Yeahs – Hidden in Pieces Live at the Royal Albert Hall
Comemorando um quarto de século de trajeto, os Yeah Yeah Yeahs apresentam Hidden In Pieces: Live At The Royal Albert Hall. O disco foi gravado na prestigiada sala londrina com arranjos do maestro Jherek Bischoff, e reinventa o repertório da banda através de cordas, piano e contrabaixo. Karen O, Nick Zinner e Brian Chase oferecem leituras íntimas e luminosas de clássicos como “Maps” e “Zero”, transformando a fúria original numa celebração orquestral incrível.
Anderson .Paak & Cordae – Heavy Is The Crown
Anderson .Paak e Cordae apresentam Heavy Is The Crown, um álbum conjunto que reforça a química que demonstraram em colaborações anteriores. O disco aborda o peso da responsabilidade familiar e do sucesso com a riqueza musical e a alma elástica de Anderson .Paak misturada com as letras afiadas e conscientes de Cordae.
Josh Rouse – Museums and Women (New West Records)
O grande Josh Rouse apresenta Museums And Women, um álbum gravado ao vivo em Nashville ao lado do produtor Brad Jones e do baterista Fred Eltringham. Rouse assume o papel de cronista urbano ao capturar as histórias de sonhadores e transeuntes com poesia informal e humor subtil, inspirado na obra de John Updike.
Fenne Lily – Win Win (Nettwerk)
No seu quarto álbum de estúdio, Win Win, a cantautora Fenne Lily encontra conforto na aceitação do pós-término e na renovação pessoal. Gravado ao vivo entre Inglaterra e Nova Iorque, o registo lembra a sensibilidade vulnerável de Laura Marling e a entrega intensa de Adrianne Lenker.
MAFALDA – Gosto Muito de Estar Aqui
O álbum de estreia de MAFALDA, Gosto Muito de Estar Aqui, surge como uma tocante e corajosa obra de reconstrução pessoal e metamorfose. Composto por nove canções desenvolvidas ao lado de André Júlio Turquesa e Iúri Oliveira, o registo aborda traumas como o assédio, o abandono e a depressão, transformando a dor num manifesto de cura e autoaceitação.
The Olivia Tremor Control – The Same Place (Elephant 6)
Vinte e sete anos após o seu último registo, os lendários pioneiros do coletivo Elephant 6 regressam com o seu altamente antecipado terceiro álbum de estúdio, The Same Place. Concluído pela comunidade musical da banda após os trágicos falecimentos dos fundadores Bill Doss e Will Hart, o disco é um triunfo poético da pop psicadélica e experimental.
Michael Nau – Popfly ( Suicide Squeeze Records)
Longe dos holofotes da indústria, Michael Nau apresenta Popfly, uma coleção de canções que o aproxima do encanto melódico de Elliott Smith, Cass McCombs ou Mac DeMarco. O disco sobrepõe guitarras acústicas, sintetizadores, sopros e vozes que o tornam acolhedor numa descontração indie folk.
Claud – Me and the Music (Dead Oceans)
Três anos após Supermodels, Claud volta com o seu terceiro álbum de estúdio, Me and the Music. Co-produzido ao lado de John Congleton e com colaborações de Dan Nigro, o registo de dez faixas reflete uma viragem empolgante no seu indie pop.
Dazy – MAXIMUMBLASTSUPERLOUD Vol. 2 (Lame-O Records)
Compilando vinte e quatro faixas editadas entre 2023 e 2026, MAXIMUMBLASTSUPERLOUD Vol. 2: 24 Songs From 2023-2026 reúne singles, EPs e sete temas inéditos do projeto de James Goodson, Dazy. O músico norte-americano entrega uma dose concentrada de fuzz pop e pop rock com guitarras fortes e ritmos de caixas.
GDP – Cross Off Matthew (Run For Cover Records)
Catorze anos após o seu último longa-duração, o emcee de Nova Jérsia GDP regressa às edições com Cross Off Matthew. Reabrindo o seu percurso a solo após o regresso colaborativo em 2025, o artista entrega doze faixas, bebendo na estética DIY, nas raízes do hardcore punk e na cultura do skate.
Bonaparte – PARADISE IF YOU CAN STAND IT
O projeto Bonaparte, liderado por Tobias Jundt, está de volta com Paradise If You Can Stand It, mantendo a sua energia anárquica e teatral. O álbum reflete sobre o caos social e digital de 2026 através de canções diretas tais como “Brain Rot” ou “Everybody President”.
Gary Calamar – Odd Numb3rs And Slanted Rhymes
Conhecido pelo seu trabalho de destaque como supervisor musical e DJ de rádio em Los Angeles, Gary Calamar lança Odd Numb3rs And Slanted Rhymes, um projeto que foi maturando ao longo de doze anos. O álbum vai beber da influência de nomes como Lou Reed, Tom Petty e Robyn Hitchcock. Calamar entrega uma coleção luminosa, charmosa e agradevlmente bem construída.
Art d’Ecco – Scheele’s Green
O artista canadiano Art d’Ecco está de volta com o seu quinto álbum de estúdio, Scheele’s Green, marcando uma rutura drástica com os seus anteriores projetos de glam rock e art-pop. Possuído pela inquietação do colapso social e a ascensão de tecnocratas na era contemporânea, o músico desconstrói a sua própria persona para emergir reinventado. O resultado é uma obra provocatória que reflete o mal-estar moderno.
Caroline Rose – Gentling the Horse at the Walt Whitman Mall
Caroline Rose regressa com Gentling The Horse At The Walt Whitman Mall, um álbum produzido por John Congleton e que expõe uma escrita sincera e perspicaz que navega entre o humor e o luto da vida moderna norte-americana.