Fontaines D.C. – Dopamine Chamber
Produzido por James Ford, Dopamine Chamber é o quinto álbum de estúdio dos irlandeses Fontaines D.C.. O quinteto mergulha numa sonoridade mais fria, estranha e sintética, afastando-se decisivamente da linguagem das guitarras dos seus primeiros registos. O disco explora a colisão entre a procura de prazer, a ansiedade digital e o colapso do mundo moderno.
The Avalanches – No Bad Memories
Seis anos após o aclamado We Will Always Love You, os The Avalanches regressam com o seu quarto álbum de estúdio, No Bad Memories. O disco é inspirado pelo modo como a tecnologia e a cultura popular moldam as nossas recordações e transforma jingles publicitários esquecidos numa carta de amor nostálgica e ambivalente. A dupla conta com colaborações de peso como Karen O e Jamie xx.
Chris Connelly – Doo Wop In The Dark: A Portrait Of Lou Reed
O lendário músico britânico Chris Connelly apresenta Doo Wop In The Dark: A Portrait Of Lou Reed, inspirado pela obra e pelo espírito indomável de Lou Reed. Dando continuidade ao conceito do seu aclamado tributo a Nico (Eulogy To Christa), o álbum entrelaça reinterpretações de clássicos dos Velvet Underground e da carreira a solo de Reed com composições originais de Connelly.
Eels – Cookie Happened
No seu décimo sexto álbum de estúdio, Cookie Happened, os Eels regressam com a escrita inconfundível do vocalista e fundador Mark Oliver Everett. E reflete sobre pequenas vitórias, desilusões inevitáveis e a finitude da própria existência transformando interrogações existenciais sobre a mortalidade numa celebração reconfortante, humana e profundamente inspirada sobre estar vivo.
Flora Hibberd – Mammoth
Flora Hibberd apresenta o seu segundo álbum de estúdio, Mammoth, produzido por Ben Lanz (The National). O álbum assinala uma viragem em direção a um rock impulsionado por sintetizadores e um pop enérgico e responde às esquisitices da hipermodernidade através de canções mais dinâmicas e simultaneamente cheias de alegria.
Mali Obomsawin – Automatic
Reconhecida pelo seu percurso na música experimental e à frente do projeto Deerlady, a multi-instrumentista, cantora e compositora Mali Obomsawin apresenta o seu novo trabalho, Automatic. A artista cruza com destreza jazz livre, vanguardismo e dinamismo rock reafirmando a sua capacidade única de criar paisagens sonoras desafiantes, aliando inovação técnica a uma profunda carga expressiva e narrativa.
V.A. – Felice County Fair: A Celebration Of The Felice Brothers
Reunindo mais de duas dezenas de interpretações do repertório dos The Felice Brothers, a compilação Felice County Fair: A Celebration Of The Felice Brothers junta grandes nomes da música folk e Americana contemporânea. O tributo conta com participações de Jade Bird, Dawes, Deer Tick e Brandon Flowers e é acompanhado por um documentário que celebra o legado da banda.
Rhye – JOY II
Os Rhye apresentaram o EP JOY II, trabalho que funciona como a segunda parte do seu mais recente projeto conceptual. Dando continuidade à exploração sonora iniciada na etapa anterior, este lançamento aprofunda a sensibilidade do projeto.
NAO – Autumn (Little Tokyo Recordings)
Nao lança hoje o seu álbum, Autumn que é produzido em colaboração com o reputado Dave Okumu e sustentado por um coletivo ao vivo de jazz-soul. O disco mergulha num processo de desaceleração e cura interior e as suas composições transformam a busca pelo descanso e pela serenidade numa experiência orgânica.
LISA LIES – Against (tuff)
Nascidos e moldados nas ruas da capital, os LISA LIES apresentam o seu álbum de estreia, Against. Estruturado em sete temas — alusivos às sete colinas de Lisboa —, o registo cruza de forma fluida o hip-hop, o funk, o breakbeat e a eletrónica. O disco traduz-se numa banda sonora genuína e crua sobre a identidade e o ritmo da cidade.
Salvador Sobral – A Flor do Recomeço
Gravado no Brasil e com curadoria de Marcus Preto, A Flor do Recomeço é o novo álbum de estúdio de Salvador Sobral. O registo, dedicado à riqueza da música brasileira, reúne inéditos compostos por várias gerações de prestigiados autores — de Paulo César Pinheiro e Joyce a Tim Bernardes e Adriana Calcanhotto —, além de participações especiais de Ney Matogrosso e Dora Morelenbaum.
NAPA – Semitrópico (Universal)
O quinteto madeirense NAPA apresenta o seu terceiro álbum de estúdio, Semitrópico. Criado num itinerário geográfico e concetual entre Lisboa, a ilha da Madeira e o Brasil, o disco reflete o cruzamento de sonoridades e influências culturais que marcam a identidade da banda.
Gently Tender – This Was Once Fields
No seu regresso às edições com This Was Once Fields, os Gently Tender inspiram-se nas paisagens rurais britânicas para erguer um indie rock expansivo e pastoral. Liderado por Sam Fryer (ex-Palma Violets) e enriquecido com novas colaborações, o quinteto reflete sobre a busca por libertação e a relação agridoce com a vida urbana.
Luísa Sobral – Cartas de Desamor
O oitavo álbum de estúdio de Luísa Sobral, Cartas de Desamor, marca uma viragem entusiasmante na sua carreira ao aproximar a canção de autor da música tradicional portuguesa. Fruto de um renascimento criativo e emocional, o registo combina o apurado lirismo de Luísa com a riqueza rítmica e percussiva da cultura nacional. Produzido por Ricardo Dias, o disco eleva a sua identidade através de colaborações com Sopa de Pedra, A Garota Não e Vitorino, celebrando uma reinvenção intemporal.
@ – Autosmile
Victoria Rose e Stone Filipczak compõem o projeto @ (lê-se at e boa sorte a procurá-los na net) e apresentam o seu segundo álbum de estúdio, Autosmile. Editado pela prestigiada 4AD, o disco reúne onze faixas de um folk psicadélico singular, estranho e fascinante.
Dummy – do you love the color of the sky?
No seu novo trabalho de estúdio, Do You Love the Color of the Sky?, o coletivo norte-americano Dummy apresenta uma obra intencional e bem cativante onde aborda temas atuais como as alterações climáticas e os impactos da inteligência artificial na criatividade.
This Penguin Can Fly – Now EP
O coletivo português This Penguin Can Fly regressa com o EP Now, inaugurando um projeto conceptual em duas partes a concluir em 2027. Marcado pela entrada do teclista Miguel Teixeira e pela inédita introdução de vozes cantadas, o trabalho de seis faixas assinala uma clara evolução na identidade que o grupo constrói desde 2014.