DROP: Sleaford Mods chamam Aldous Harding e há regressos dos Howling Bells, Girl Scout e Cootie Catcher.

Francisco Pereira

Chegaram os novos singles de Sleaford Mods, Howling Bells, Girl Scout e Cootie Catcher, a antecipar novos discos.

Sleaford Mods – “Elitest G.O.A.T.” (feat. Aldous Harding)

Os Sleaford Mods prosseguem o seu percurso crítico e satírico em 2026 com “Elitest G.O.A.T.”, o último dos singles de avanço do novo disco, The Demise of Planet X, que é editado esta sexta-feira. A dupla inglesa, conhecida pelo seu estilo minimalista de post-punk e comentários sociais ácidos, convidou desta vez a neozelandesa Aldous Harding para colaborar na faixa que nos apresenta um contraste fascinante. Jason Williamson explicou que a música foi inspirada por abordagens progressivas ao som, com influências de David Bowie, e que a presença de Harding ajudou a trazer uma dimensão inesperada à canção.


Howling Bells – “Melbourne”

Os Howling Bells estão de regresso com “Melbourne”, o quarto single do novo trabalho Strange Life, agendado para 13 de fevereiro, o primeiro álbum de material novo em mais de 12 anos. A vocalista Juanita Stein descreveu a canção como uma reflexão profunda sobre o anseio e a saudade, explorando o conflito emocional de deixar a sua terra natal e confrontar experiências dolorosas longe de casa.


Girl Scout – “Operator”

O trio sueco Girl Scout partilhou “Operator”, novo tema que antecipa o seu álbum de estreia Brink. A faixa circula em torno de uma ideia lúdica sobre operadores de telefonia desaparecidos, enquanto a guitarra e a batida contagiante refletem a identidade sonora fresca da banda. Segundo a vocalista e guitarrista Emma Jansson, “Operator” nasceu da simples vontade de fazer uma canção divertida, o que foi conseguido. Brink chega a 20 de março.

Cootie Catcher – “Puzzle Pop”

O quarteto de Toronto, Cootie Catcher, lançou “Puzzle Pop” como parte do seu novo álbum Something We All Got, a estrear dia 27 de fevereiro de 2026. Depois de anos a construir uma base com música feita essencialmente em espaços DIY, o lançamento de Something We All Got representa uma passagem para um registo mais polido em estúdio, mantendo, contudo, a espontaneidade e a energia crua que caracterizou os primeiros trabalhos da banda, como o disco de 2025 Shy at First.