Pedro do Vale

redon

Pedro do Vale estreia-se nos longa-durações com redon (acrónimo para «restos d’ontem»), um registo intimista que funciona como um arquivo pessoal de memórias, perdas e evolução. O artista molda a dor e as cicatrizes numa narrativa marcada por uma inesperada leveza e aceitação, entre o luto, as palavras por dizer e o ruído do quotidiano.