Kings Of Leon – O My Beloved (Love Tap Records)
Os Kings of Leon lançam O My Beloved, o seu décimo álbum e o registo mais íntimo de toda a sua carreira. Sendo o primeiro disco totalmente auto-produzido pela banda de Nashville, o trabalho afasta-se das produções sumptuosas do passado para regressar ao espírito cru e autêntico dos primeiros anos. E centram-se na gratidão, na família e nas memórias de infância.
Sufjan Stevens – Worst Christmas Ever! (Asthmatic Kitty)
Sufjan Stevens compila o seu vasto e expansivo universo festivo em Worst Christmas Ever! numa coleção de singles. Distilando mais de cem gravações de Natal publicadas ao longo de décadas nas míticas caixas Songs for Christmas e Silver & Gold, o disco reúne quinze temas favoritos dos fãs e introduz o inédito «On This Christmas (It Only Gets Better)», a primeira canção natalícia do artista em quase quinze anos.
Ana Lua Caiano – Devagar Que A Vida É Curta
A cantora, produtora e compositora Ana Lua Caiano regressa com Devagar Que A Vida É Curta, o seu segundo álbum de estúdio e que é uma fascinante expansão da sua singular linguagem artística. O disco cruza a tradição da música tradicional portuguesa com eletrónica vanguardista, experimentação rítmica e uma intensa presença vocal e éiInspirado por uma frase recorrente do seu avô.
Party Dozen – 21 Bum Salute
O duo australiano Party Dozen está de volta com o potente 21 Bum Salute, o seu quinto álbum de estúdio inteiramente gravado, misturado e masterizado pela própria dupla formada por Kirsty Tickle e Jonathan Boulet. O álbum combina a energia do noise-rock, psych-pop e contornos doom e é uma autêntica explosão, excitante e cheia de power.
Bryan Adams – How’s It Goin’
No seu 17.º álbum de estúdio, How’s It Goin’, Bryan Adams presta uma sentida homenagem ao Canadá através de treze temas inspirados pela história, cultura e paisagens do seu país natal. O músico equilibra a celebração identitária — como em «The Ballad of Terry Fox» ou nas referências históricas de «When Canada Joined Newfoundland» — com uma acutilante intervenção política e social.
TV Priest – Cartoons
Os britânicos TV Priest voltam com o novo disco Cartoons, o seu trabalho mais ambicioso e expansivo até à data. A banda afasta-se um pouco das sonoridades post-punk dos registos anteriores e anda à volta dos temas de cultura digital, hiper-realidade e a ansiedade do mundo moderno. O disco equilibra raiva e momentos de rara clareza com uma produção experimental e cinematográfica.
Twisted Teens – The Holy Cross Tigers (Sub Pop)
No seu terceiro álbum de originais de 2026, os Twisted Teens apresentam The Holy Cross Tigers, um disco marcado pelo mistério e por uma estética magnética. O disco evoca a tradição do folk de recolha e a partilha de fardos humanos e é envolvido em mitos e narrativas ambíguas criadas pelo duo Caspian e RJ “The Razor”.
Líquen – Ontem, Hoje ou Amanhã (Skud & Smarty)
No seu álbum de estreia, Ontem, Hoje ou Amanhã, Líquen apresenta uma reflexão profunda ancorada na escrita apurada de Constança Ochoa. O álbum aborda temas cruciais como a liberdade, a identidade, a desigualdade e a complexidade das relações humanas, através de canções que questionam diretamente as estruturas sociais e políticas vigentes.
Royal Blood – Dead Company
Dead Company é o quinto álbum dos Royal Blood, que aqui apostam tudo numa abordagem sem filtros, acelerada e visceral. O duo britânico canaliza a determinação e a autoconfiança num registo centrado no instinto e na irmandade de dois amigos e onde apostam tudo para fazer o maior estrondo possível.
Django Django – Doveland (Clouds Hill)
Inspirado num mito urbano sobre uma cidade invisível que não consta em nenhum mapa, Doveland, o sexto álbum de estúdio dos Django Django, aparece como o trabalho mais pessoal e focado da banda. O quarteto afastou-se do ecletismo sonoro habitual para apresentar doze faixas enquadradas na imaginação, na perda, no luto e na efemeridade dos laços humanos.
Do Nothing – Friend World (Submarine Cat)
Os Do Nothing editam o seu segundo disco, Friend World, produzido por Louis Milburn (dos Folly Group). O álbum explora as fundações post-punk da banda mas agora através de sintetizadores, ritmos funk e uma abordagem mais descontraída e experimental.
David Fonseca – Radiante Estrela Decadente
Onze anos após Futuro Eu, David Fonseca volta à escrita integral em português com Radiante Estrela Decadente, o seu décimo álbum de originais em nome próprio. Composto por onze canções originais e contando com as participações de Marisa Liz e Cláudia Pascoal, o disco surge após as celebrações dos vinte e cinco anos de carreira e da bem-sucedida reunião dos Silence 4.
Alanis Morissette – Good Weather For Immaculate Conception
Alanis Morissette estreia-se nos lançamentos natalícios com o novo disco Good Weather For Immaculate Conception. Aqui, Morissette, cruza clássicos da época com novas composições originais. Embora a escolha de um alinhamento festivo pareça invulgar para a cantora e compositora canadiana, a sua voz brilha em interpretações como «O Holy Night» e «Little Drummer Boy». O Natal está a chegar.
Chastity Belt – All My Friends (Suicide Squeeze Records)
No seu sexto álbum de estúdio, All My Friends, as norte-americanas Chastity Belt assinam uma ode à amizade enquanto pilar de sobrevivência. O disco foi gravado entre Los Angeles, Seattle e a ilha grega de Hydra ao longo de vários anos e recupera a energia dos primeiros tempos da banda. O quarteto vem transformar o companheirismo num refúgio contra as incertezas da vida adulta.
Current Joys – ROSEBUD (They Are Evil)
Nick Rattigan assina o seu primeiro lançamento independente através da própria editora, They Are Evil, com este ROSEBUD, o décimo álbum de estúdio do projeto indie Current Joys. Nascido de um longo período de depressão e do bloqueio criativo enfrentado pelo músico entre 2024 e 2025, o registo foi profundamente transformado em colaboração com o produtor Danny Dwyer.
POLI NIKA – polihuman
POLI NIKA, cantautora sediada em Lisboa, estreia-se nos longa-durações com polihuman, um registo composto por nove canções que celebram o lado caótico, absurdo e belo da experiência humana. Partindo de um jogo de palavras entre o seu próprio nome e o prefixo grego que significa «muitos», o álbum explora as contradições, os medos, as dúvidas e as constantes mudanças de perspetiva que definem a identidade contemporânea. Uma reflexão íntima e multifacetada sobre a multiplicidade de sermos todos nós.
Spanish Love Songs – Future Nausea
Os norte-americanos Spanish Love Songs apresentam o seu quinto álbum de estúdio, FUTURE NAUSEA, produzido por Chris Walla e Sarah Tudzin. Subvertendo as convenções do heartland rock, o grupo rejeita a nostalgia confortadora para encarar com inquietação o futuro, manifestando preocupação política, e também no capitalismo tardio e na ansiedade social.
Rex Orange County – Dream Fatigue
O cantor e compositor britânico Rex Orange County regressa com Dream Fatigue, um registo onde mergulha na exaustão emocional, no burnout contemporâneo e nas complexidades da maturidade. O artista aposta neste disco numa vertente de bedroom pop.