MEO Marés Vivas agora é só MEO Marés. Festival passa de Gaia para Matosinhos e já conta com Da Weasel e Seal.

Francisco Pereira

O antigo MEO Marés Vivas entra numa nova fase em 2026, muda-se para Matosinhos e confirma Da Weasel com orquestra e Seal no cartaz.

O MEO Marés Vivas entra em 2026 num novo capítulo da sua história com algumas alterações de base. O nome passa apenas a MEO Marés e o festival deixa de se realizar em Vila Nove de Gaia e passa para outro lado do Grande Porto, no caso, Leça da Palmeira, Matosinhos.

O arranque desta nova fase ficou marcado pela confirmação de Da Weasel como primeiro nome do cartaz. A histórica banda portuguesa sobe ao Palco MEO com um espetáculo especial, acompanhada por orquestra sob a direção do maestro Rui Massena, num encontro que sublinha a aposta do festival em formatos diferenciadores e numa relação próxima com o público português. Este concerto antecipa-se como um dos momentos mais marcantes da edição de 2026, com novos anúncios nacionais e internacionais prometidos para as próximas semanas.

Entretanto, o cartaz ganha também dimensão internacional com a confirmação de Seal, que atuará no dia 18 de julho. Com uma carreira que atravessa mais de trinta anos, o músico britânico, traz consigo na bagagem um repertório que inclui clássicos como “Crazy”, “Kiss From a Rose” ou “Prayer for the Dying”, num espetáculo que cruza soul, pop, R&B e rock e que promete uma forte carga emocional, à imagem das suas reconhecidas atuações ao vivo.

A mudança para Matosinhos permite ao festival criar melhores condições para público, artistas e parceiros A edição de 2026 mantém como pilares a música, a cultura, a inovação tecnológica, a inclusão e a sustentabilidade, ao mesmo tempo que introduz novas valências, entre elas uma maior presença da arte e um reforço da ligação ao território, ao mar e à dinâmica cultural da região.

O MEO Marés 2026 realiza-se nos dias 17, 18 e 19 de julho.

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