CRÍTICAS

“Wuthering Heights”: o clássico em combustão estética

Há histórias que sobrevivem intactas ao tempo. E há outras que só fazem sentido quando alguém tem a coragem de as partir e ver o que ainda sangra. Este Wuthering Heights não quer ser fiel — quer ser verdadeiro, mesmo que isso implique perder-se no nevoeiro emocional que o próprio criou.

Ler Mais »

Hamnet: de obra infilmável a fenómeno emocional

Sai-se da sala devagar, como quem acabou de assistir a um velório coletivo. Há gente de olhos vermelhos, gente em silêncio absoluto e que não consegue comentar o que acabou de ver. Hamnet provoca esse efeito raro, e é um dos filmes mais nomeados do ano.

Ler Mais »

“Sentimental Value”, ou como o passado nunca fica arrumado

Estreado em competição em Cannes e rapidamente apontado como um dos filmes do ano, Sentimental Value chega aos Óscares com nove nomeações e um consenso raro em torno do cinema de Joachim Trier, cada vez mais confortável entre o circuito europeu e a temporada de prémios americana.

Ler Mais »

“Marty Supreme”: jogar para ganhar, custe o que custar

Com nomeações aos Óscares, uma vitória de Timothée Chalamet nos Globos de Ouro e uma série de prémios que o colocam na pole position para Melhor Ator, Marty Supreme chega como um dos filmes mais falados do ano. Um retrato nervoso e acelerado de um anti-herói impossível de ignorar, à imagem do cinema dos irmãos Safdie.

Ler Mais »

“Pluribus”: consenso é o novo vírus

Depois de anos a ser injustamente ignorada, Rhea Seehorn encontra finalmente uma personagem à sua medida. Pluribus é lenta, desconfortável e pouco interessada em agradar — tal como a sua protagonista.

Ler Mais »