Maglore lança “Sonho Real” e “Raio de Sol”, um single duplo que antecipa o sexto álbum de estúdio da banda brasileira.

Redação

Embora apresentem abordagens sonoras distintas, as duas faixas têm em comum o amor como refúgio da realidade, fio condutor do conceito do novo trabalho, “Fluxo Natural”.

Os brasileiros Maglore lançaram, esta quarta-feira, 29 de julho, os temas “Sonho Real” e “Raio de Sol”: um single duplo que assinala o arranque da divulgação de Fluxo Natural, o sexto álbum de estúdio do grupo brasileiro. As duas canções apresentam sonoridades distintas: “Sonho Real” segue uma abordagem folk inspirada na década de 1990, enquanto “Raio de Sol” é uma balada influenciada pela música brasileira dos anos 80. Em comum, ambas exploram o amor como refúgio face aos desafios do quotidiano, uma temática que atravessa Fluxo Natural, onde os afetos – românticos ou não –são apresentados como uma força capaz de resistir ao tempo e às adversidades.

“Decidimos apresentar estas duas canções em primeiro lugar por serem diferentes entre si, mas por estarem ligadas de alguma forma. Essa ligação estende-se a todo o álbum, que é muito diverso, mas mantém um discurso coeso entre as várias faixas, como se cada uma representasse uma fase diferente da vida”, conta Teago Oliveira, vocalista e guitarrista do grupo formado também por Lelo Brandão (guitarra e teclado), Lucas Gonçalves (baixo e voz) e Felipe Dieder (bateria). 

Enquanto em “Sonho Real” Teago Oliveira aborda um “mergulho no amor como portal para outra realidade”, “Raio de Sol”, composta por Lucas Gonçalves, é “uma balada romântica sobre a possibilidade de viver um amor para sempre, recorrendo a uma metáfora com o movimento de rotação da Terra, tal como nos dias em que é possível ver a Lua de dia a partilhar o céu com o Sol”.

Desta forma, o single duplo serve de apresentação a Fluxo Natural, um álbum que aborda o amor sem ingenuidade, reconhecendo a sua capacidade de ajudar a ultrapassar os obstáculos da vida. “A mensagem mais profunda do disco é a de que o amor é algo que permanece. E não apenas no sentido romântico”, finaliza Teago.

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