CRÍTICAS

Liz Cooper – New Day (2026)
Análise ao álbum “New Day” de Liz Cooper é um olhar sobre a evolução da artista do rock psicadélico para o experimentalismo pop em 2026.

Katzin – Buckaroo (2026)
Zion Battle estreia-se com o disco ‘Buckaroo’, um trabalho que mistura o imaginário do Oeste Americano com indie rock moderno.

Éme – Colegas de Trabalho (2026)
O regresso do cronista da pop de Lisboa, as influências da Cafetra e a maturidade de João Marcelo no disco de Éme, ´Colegas de Trabalho’.

Lande Hekt – Lucky Now (2026)
Em Lucky Now, Lande Hekt aprofunda a sua escrita íntima e luminosa, afirmando-se como uma das vozes mais interessantes do indie britânico actual.

MARO – So Much Has Changed (2026)
“So Much Has Changed” é o novo álbum de MARO, um retrato íntimo de mudança pessoal e artística, gravado no Brasil e marcado por introspeção, maturidade e honestidade emocional.

Roc Marciano – 656 (2026)
Em “656”, Roc Marciano regressa ao controlo total da produção e reafirma a estética minimalista que moldou o rap underground moderno.

Calcutá – Soon After Dawn (2026)
“Soon After Dawn” é o álbum de estreia de Calcutá, projecto a solo de Teresa Castro, entre folk, drone e experimentação.

Together Pangea – Eat Myself (2026)
‘Eat Myself’ é o novo álbum dos Together Pangea, editado a 16 de janeiro, e marca uma evolução no som da banda californiana.

Dry Cleaning – Secret Love (2026)
‘Secret Love’ é o novo álbum dos Dry Cleaning e um dos primeiros de 2026, aprofundando o seu post-punk com produção de Cate Le Bon.

Mães Solteiras – Vamos Ser Breves (2026)
Os Mães Solteiras estreiam-se com Vamos ser breves, um disco punk curto, urgente e político que junta veteranos da cena alternativa portuguesa.

Tickles – Sugar & Plastic Plates (2025)
Os Tickles lançam o seu álbum de estreia, “Sugar & Plastic Plates”: um mergulho noise-punk feito de frustração, caos emocional e fúria contida.

runo plum – patching (2025)
runo plum lança patching, o seu álbum de estreia: um registo indie-folk íntimo, honesto e emocional, onde transforma ansiedade, fragilidade e cura em canções delicadas e melancólicas.

De La Soul – Cabin In The Sky (2025)
“Cabin in the Sky” é o primeiro álbum dos De La Soul após a perda de Trugoy, um registo emotivo que celebra o legado e aponta ao futuro.

Mavis Staples – Sad And Beautiful World (2025)
Mavis Staples regressa com “Sad And Beautiful World”, um disco de versões profundas e cheias de propósito, que reafirma a sua voz de esperança e resistência.

Rosalía – LUX (2025)
Desde o primeiro som, LUX instala-se no corpo como um arrepio. Ao quarto álbum, Rosalía deixa de ser estrela pop para se tornar fenómeno quase espiritual.

Cusp – What I Want Doesn’t Want Me Back (2025)
Crítica: No seu segundo álbum, What I Want Doesn’t Want Me Back, os Cusp refinam o som e o olhar: um disco de indie rock maduro, honesto e emocionalmente direto, que encontra beleza nas pequenas vitórias do quotidiano.

Lily Allen – West End Girl (2025)
Em West End Girl, Lily Allen transforma o fim do seu casamento com o ator David Harbour num retrato pop de dor, ironia e libertação.




