CRÍTICAS

The Strokes – Reality Awaits (2026)
Crítica ao 7.º álbum dos The Strokes, “Reality Awaits”. Gravado com Rick Rubin, o disco une a imprevisibilidade da banda à experimentação dos The Voidz.

Helado Tropical – Helado Tropical (2026)
Crítica ao álbum colaborativo “Helado Tropical” de Helado Negro e Reyna Tropical. Um disco fluído e lo-fi para ouvir sem pressas.

The Black Keys – No Rain, No Flowers (2025)
Crítica a *No Rain, No Flowers*, o novo álbum dos The Black Keys, que mistura pop, soul e funk após um ano turbulento para a banda.

Cícero – Uma Onda em Pedaços (2025)
Crítica: Cícero regressa com ‘Uma Onda em Pedaços’, álbum que mistura géneros e emoções num retrato íntimo e plural após cinco anos de silêncio.

Cory Hanson – I Love People (2025)
Cory Hanson regressa com ‘I Love People’, um disco que troca guitarras por piano e funde soft rock vintage com crítica social disfarçada em melodias luminosas.

Public Enemy – Black Sky Over The Projects: Apartment 2025 (2025)
Crítica: Public Enemy regressaram com ‘Black Sky Over The Projects: Apartment 2025’, um álbum surpresa cheio de crítica social, energia e batidas cruas.

Jade Bird – Who Wants To Talk About Love (2025)
Crítica: Jade Bird lança Who Wants to Talk About Love, o seu álbum mais maduro e íntimo até hoje. Disco chegou a 18 de julho de 2025 e já soma elogios da crítica.

Billie Marten – Dog Eared (2025)
Crítica: Em Dog Eared, Billie Marten expande o seu universo folk com uma sonoridade mais colaborativa e emocionalmente densa. Um álbum delicado e maduro.

Wet Leg – Moisturizer (2025)
Crítica: O segundo álbum costuma ser o bicho-papão das bandas que rebentam à primeira. Mas as Wet Leg, em vez de se enredarem nisso, deram um passo em frente: abriram a formação, cresceram em som e fizeram um disco ainda melhor.

Hard Life – Onion (2025)
Crítica: Após perderem o nome e um membro, os antigos Easy Life renascem como Hard Life com o álbum “Onion”, um registo cru, emocional e vulnerável.

Horsegirl – Phonetics On and On (2025)
Crítica: No segundo álbum, “Phonetics On and On”, as Horsegirl trocam o ruído lo-fi por um minimalismo maduro, íntimo e contemplativo, guiado por Cate Le Bon.

Haim – I Quit (2025)
Crítica: Com “I Quit”, as Haim entregam um disco de libertação e reinvenção, onde pop, indie e vulnerabilidade se cruzam com ambição e maturidade emocional.

Morcheeba – Escape the Chaos (2025)
Crítica: Os Morcheeba celebram 30 anos com “Escape the Chaos”, um disco de trip-hop íntimo, cinematográfico e emocional, marcado por colaborações e produção familiar.

Great Grandpa — Patience, Moonbeam (2025)
Crítica: Após seis anos de silêncio, os Great Grandpa regressam com Patience, Moonbeam — um álbum vibrante, emocional e inventivo que reconcilia o passado com o futuro.

Sports Team – Boys These Days (2025)
Crítica: No novo álbum ‘Boys These Days’, os Sports Team trocam o garage rock pelo pop orquestrado, sem perder o sarcasmo. Uma reinvenção nostálgica, crítica e cativante.

Bartees Strange – Horror (2025)
Crítica a ‘Horror’ de Bartees Strange. Uma fusão de identidade, vulnerabilidade e luta racial, que o consolida como uma voz única e ousada do panorama musical.

Natalia Lafourcade – Cancionera (2025)
Crítica: Em “Cancionera”, Natalia Lafourcade abraça a vulnerabilidade com 14 canções gravadas ao vivo em fita analógica. Um dos álbuns mais autênticos de 2025.




