CRÍTICAS

Roc Marciano – 656 (2026)
Em “656”, Roc Marciano regressa ao controlo total da produção e reafirma a estética minimalista que moldou o rap underground moderno.

Calcutá – Soon After Dawn (2026)
“Soon After Dawn” é o álbum de estreia de Calcutá, projecto a solo de Teresa Castro, entre folk, drone e experimentação.

Patrick Watson – Uh Oh (2025)
Patrick Watson apresenta ‘Uh Oh’, um disco gravado em várias cidades do mundo e que resulta de um período em que o músico perdeu temporariamente a voz.

Nation of Language – Dance Called Memory (2025)
Crítica: Nation of Language editam o quarto álbum, Dance Called Memory, pela Sub Pop. Um registo íntimo e nostálgico que aprofunda emoções e synth-pop.

Big Thief – Double Infinity (2025)
Double Infinity é o sexto álbum dos Big Thief, gravado em Nova Iorque após a saída do baixista Max Oleartchik. Um disco vivo e colaborativo, que funde folk-rock, psicadelismo e poesia intimista de Adrianne Lenker.

Legss – Unreal (2025)
Crítica: ‘Unreal’ é o aguardado álbum de estreia dos Legss, um disco intenso e multifacetado que explora dissonância, beleza e a sensação de irrealidade no quotidiano.

Blood Orange – Essex Honey (2025)
Crítica: Devonté Hynes fez-nos esperar seis anos mas entregou um disco para ouvir em repeat.

David Byrne – Who Is The Sky? (2025)
Crítica: a nossa análise ao novo álbum de David Byrne, ‘Who Is the Sky?’: uma celebração da alegria e explosão de criatividade musical.

Shame – Cutthroat (2025)
‘Cutthroat’ é o quarto álbum dos Shame, produzido por John Congleton. Um registo eletrónico e visceral que mistura sarcasmo, punk e energia crua.

The Beths – Straight Line Was A Lie (2025)
Crítica: ‘Straight Line Was a Lie’ é o álbum mais refinado dos The Beths, combinando jangle-pop cintilante com letras mais honestas e introspectivas.

Wolf Alice – The Clearing (2025)
De regresso com “The Clearing”, os Wolf Alice trocaram a fúria das guitarras por um mergulho vintage nos anos 70. Estranha-se ao início, mas depressa se percebe que este é um disco que se entranha, daqueles que crescem a cada audição.

Water From Your Eyes – It’s a Beautiful Place (2025)
Em ‘It’s a Beautiful Place’, os Water From Your Eyes surpreendem com um som mais luminoso e direto, sem perder a ousadia experimental.

Nourished by Time – The Passionate Ones (2025)
Nourished by Time lança ‘The Passionate Ones’, um álbum intenso e visceral que cruza post-R&B, indie-pop e electro-soul, já aclamado pela crítica.

Amaarae – Black Star (2025)
A artista ganesa-americana confirma que não está aqui para jogar pelo seguro: “Black Star” é puro groove, irreverência e uma masterclass de como misturar géneros sem perder identidade.

S.G. Goodman – Planting By The Signs (2025)
Crítica: S.G. Goodman regressa com o álbum ‘Planting by the Signs’, um disco íntimo que reflete luto, natureza e raízes do sul dos EUA.

Cass McCombs – Interior Live Oak (2025)
Crítica a ‘Interior Live Oak’, o 11.º álbum de Cass McCombs: um registo expansivo, lírico e imersivo, que reafirma o seu lugar no indie-folk.

The Black Keys – No Rain, No Flowers (2025)
Crítica a *No Rain, No Flowers*, o novo álbum dos The Black Keys, que mistura pop, soul e funk após um ano turbulento para a banda.




