CRÍTICAS

Black Sea Dahu – Everything (2026)
“Everything”, o terceiro álbum dos Black Sea Dahu é um disco profundo sobre o luto que funde indie-folk com arranjos cinematográficos.

Surfbort – Reality Star (2026)
Crítica ao álbum “Reality Star” dos Surfbort. Uma análise ao punk feral de Dani Miller, entre o grunge dos anos 90 e o caos do mundo moderno.

Mavis Staples – Sad And Beautiful World (2025)
Mavis Staples regressa com “Sad And Beautiful World”, um disco de versões profundas e cheias de propósito, que reafirma a sua voz de esperança e resistência.

Rosalía – LUX (2025)
Desde o primeiro som, LUX instala-se no corpo como um arrepio. Ao quarto álbum, Rosalía deixa de ser estrela pop para se tornar fenómeno quase espiritual.

Cusp – What I Want Doesn’t Want Me Back (2025)
Crítica: No seu segundo álbum, What I Want Doesn’t Want Me Back, os Cusp refinam o som e o olhar: um disco de indie rock maduro, honesto e emocionalmente direto, que encontra beleza nas pequenas vitórias do quotidiano.

Lily Allen – West End Girl (2025)
Em West End Girl, Lily Allen transforma o fim do seu casamento com o ator David Harbour num retrato pop de dor, ironia e libertação.

Humberto – Mau Teatro (2025)
Em MAU TEATRO, o músico e performer Humberto (Bruno Humberto) estreia-se a solo com um álbum que cruza indie-folk, pop e música tradicional portuguesa. Um disco de identidade forte, equilíbrio e maturidade artística — uma das grandes surpresas do ano.

Luta Livre – Contrafação (2025)
Luís Varatojo regressa com o terceiro álbum do projeto Luta Livre, “Contrafação” — um disco mais íntimo e direto, marcado pela simplicidade, observação e crítica social subtil.

Militarie Gun – God Save The Gun (2025)
Crítica: Do punk cru de estreia à busca pela catarse: God Save the Gun mostra os Militarie Gun a expandirem o seu som e a transformarem dor e caos em força e melodia.

Geese – Getting Killed (2025)
Crítica: Os Geese regressam com “Getting Killed”, o seu álbum mais ousado e emocional. Entre o caos e a melodia, a banda nova-iorquina afirma-se como uma das forças mais criativas do indie rock atual.

Lola Young – I’m Only F**king Myself (2025)
Irreverente, intensa e emocionalmente sem filtros, Lola Young confirma no novo álbum porque é vista como a next big thing da música britânica. Um disco cru, honesto e viciante, onde o desassossego da sua geração encontra uma voz feroz e lúcida.

Patrick Watson – Uh Oh (2025)
Patrick Watson apresenta ‘Uh Oh’, um disco gravado em várias cidades do mundo e que resulta de um período em que o músico perdeu temporariamente a voz.

Nation of Language – Dance Called Memory (2025)
Crítica: Nation of Language editam o quarto álbum, Dance Called Memory, pela Sub Pop. Um registo íntimo e nostálgico que aprofunda emoções e synth-pop.

Big Thief – Double Infinity (2025)
Double Infinity é o sexto álbum dos Big Thief, gravado em Nova Iorque após a saída do baixista Max Oleartchik. Um disco vivo e colaborativo, que funde folk-rock, psicadelismo e poesia intimista de Adrianne Lenker.

Legss – Unreal (2025)
Crítica: ‘Unreal’ é o aguardado álbum de estreia dos Legss, um disco intenso e multifacetado que explora dissonância, beleza e a sensação de irrealidade no quotidiano.

Blood Orange – Essex Honey (2025)
Crítica: Devonté Hynes fez-nos esperar seis anos mas entregou um disco para ouvir em repeat.

David Byrne – Who Is The Sky? (2025)
Crítica: a nossa análise ao novo álbum de David Byrne, ‘Who Is the Sky?’: uma celebração da alegria e explosão de criatividade musical.




