CRÍTICAS

Paul McCartney – The Boys of Dungeon Lane (2026)
Crítica ao 20.º álbum a solo de Paul McCartney, “The Boys of Dungeon Lane”. Uma viagem nostálgica e experimental às origens do músico em Liverpool.

Fruit Bats – The Landfill (2026)
Crítica ao álbum “The Landfill” dos Fruit Bats. Eric D. Johnson explora memórias e o passar do tempo num disco de folk-rock coeso e introspectivo.

Matt Berninger – Get Sunk (2025)
Matt Berninger, vocalista dos The National, lança Get Sunk, um álbum íntimo e contemplativo sobre perda, memória e renascimento. Lê a crítica completa aqui.

Sparks – MAD! (2025)
Crítica ao álbum MAD! dos Sparks. Um regresso criativo, irreverente e surpreendente do icónico duo pop com mais de 50 anos de carreira.

Psychedelic Porn Crumpets – Carpe Diem, Moonman (2025)
Carpe Diem, Moonman – Crítica ao novo e incrível álbum dos Psychedelic Porn Crumpets.

Arcade Fire – Pink Elephant (2025)
Este é um disco que tenta esquecer o escândalo, mas não consegue escapar dele.

La Lune – everything is an eternal circle and it repeats and repeats itself (2025)
Um EP que é menos um álbum e mais um estado de espírito líquido, onde a repetição não é um defeito, mas a própria essência da existência.

Viagra Boys – Viagr aboys (2025)
Este álbum não é apenas para quem gosta de um bom barulho. É para aqueles que querem ser confrontados com a realidade.

Perfume Genius – Glory (2025)
O novo disco de Perfume Genius é um espelho de angústia e beleza em combustão lenta.

Matt Berry – Heard Noises (2025)
O absurdo meticulosamente belo da psicadélia contemporânea.

Mamalarky – Hex Key (2025)
Para o terceiro disco, os Mamalarky passaram temporadas inteiras curvados sobre guitarras e sintetizadores obscuros.

Julien Baker & TORRES – Send A Prayer My Way (2025)
Não estamos perante um disco revolucionário mas também não é isso que queremos.

Valerie June – Owls, Omens, And Oracles (2025)
Owls, Omens, and Oracles parece o disco que não sabíamos que precisávamos, mas precisamos.

Bad Brains – Bad Brains (1982)
Em 1982 os Bad Brains estabeleceram uma nova ideologia de ruptura que deixou um legado como poucos.

Black Country, New Road – Forever Howlong (2025)
Os BC/NR entregam um disco que não tenta replicar o passado, mas que ainda está a descobrir o seu futuro.

Lucy Dacus – Forever is a Feeling (2025)
‘Forever is a Feeling’ é, até ao momento, o disco mais íntimo e vulnerável de Lucy Dacus.

Destroyer – Dan’s Boogie (2025)
Uma variedade de géneros que é complementada por uma produção exuberante e uma dissonância crescente.




