CRÍTICAS

Black Sea Dahu – Everything (2026)
“Everything”, o terceiro álbum dos Black Sea Dahu é um disco profundo sobre o luto que funde indie-folk com arranjos cinematográficos.

Surfbort – Reality Star (2026)
Crítica ao álbum “Reality Star” dos Surfbort. Uma análise ao punk feral de Dani Miller, entre o grunge dos anos 90 e o caos do mundo moderno.

Shame – Cutthroat (2025)
‘Cutthroat’ é o quarto álbum dos Shame, produzido por John Congleton. Um registo eletrónico e visceral que mistura sarcasmo, punk e energia crua.

The Beths – Straight Line Was A Lie (2025)
Crítica: ‘Straight Line Was a Lie’ é o álbum mais refinado dos The Beths, combinando jangle-pop cintilante com letras mais honestas e introspectivas.

Wolf Alice – The Clearing (2025)
De regresso com “The Clearing”, os Wolf Alice trocaram a fúria das guitarras por um mergulho vintage nos anos 70. Estranha-se ao início, mas depressa se percebe que este é um disco que se entranha, daqueles que crescem a cada audição.

Water From Your Eyes – It’s a Beautiful Place (2025)
Em ‘It’s a Beautiful Place’, os Water From Your Eyes surpreendem com um som mais luminoso e direto, sem perder a ousadia experimental.

Nourished by Time – The Passionate Ones (2025)
Nourished by Time lança ‘The Passionate Ones’, um álbum intenso e visceral que cruza post-R&B, indie-pop e electro-soul, já aclamado pela crítica.

Amaarae – Black Star (2025)
A artista ganesa-americana confirma que não está aqui para jogar pelo seguro: “Black Star” é puro groove, irreverência e uma masterclass de como misturar géneros sem perder identidade.

S.G. Goodman – Planting By The Signs (2025)
Crítica: S.G. Goodman regressa com o álbum ‘Planting by the Signs’, um disco íntimo que reflete luto, natureza e raízes do sul dos EUA.

Cass McCombs – Interior Live Oak (2025)
Crítica a ‘Interior Live Oak’, o 11.º álbum de Cass McCombs: um registo expansivo, lírico e imersivo, que reafirma o seu lugar no indie-folk.

The Black Keys – No Rain, No Flowers (2025)
Crítica a *No Rain, No Flowers*, o novo álbum dos The Black Keys, que mistura pop, soul e funk após um ano turbulento para a banda.

Cícero – Uma Onda em Pedaços (2025)
Crítica: Cícero regressa com ‘Uma Onda em Pedaços’, álbum que mistura géneros e emoções num retrato íntimo e plural após cinco anos de silêncio.

Cory Hanson – I Love People (2025)
Cory Hanson regressa com ‘I Love People’, um disco que troca guitarras por piano e funde soft rock vintage com crítica social disfarçada em melodias luminosas.

Public Enemy – Black Sky Over The Projects: Apartment 2025 (2025)
Crítica: Public Enemy regressaram com ‘Black Sky Over The Projects: Apartment 2025’, um álbum surpresa cheio de crítica social, energia e batidas cruas.

Jade Bird – Who Wants To Talk About Love (2025)
Crítica: Jade Bird lança Who Wants to Talk About Love, o seu álbum mais maduro e íntimo até hoje. Disco chegou a 18 de julho de 2025 e já soma elogios da crítica.

Billie Marten – Dog Eared (2025)
Crítica: Em Dog Eared, Billie Marten expande o seu universo folk com uma sonoridade mais colaborativa e emocionalmente densa. Um álbum delicado e maduro.

Wet Leg – Moisturizer (2025)
Crítica: O segundo álbum costuma ser o bicho-papão das bandas que rebentam à primeira. Mas as Wet Leg, em vez de se enredarem nisso, deram um passo em frente: abriram a formação, cresceram em som e fizeram um disco ainda melhor.




