Os PMDS estão de regresso aos discos com Redenção, o seu quarto álbum de estúdio, que tem lançamento marcado para o dia 1 de outubro. Para antecipar o novo trabalho, o duo açoriano formado por Pedro Sousa e Filipe Caetano lança hoje “Inocência” e “Redenção”, dois singles que expõem diferentes faces do seu universo sonoro e que já se encontram disponíveis nas plataformas digitais.
Nascidos e formados na ilha de São Miguel, Açores durante as décadas de 1980 e 1990, os PMDS transportam para o presente a memória de crescer numa ilha, entre a imensidão do Atlântico e as limitações de um território com regras próprias. Redenção revisita essa experiência e transforma-a em matéria sonora, através de uma abordagem que cruza electrónica contemplativa e atmosférica com a memória e a identidade insulares.
Redenção chega também aos palcos a partir de Outubro, com a primeira apresentação em Lisboa, no BOTA, no dia 15, seguindo-se os Maus Hábitos, no Porto, no dia 16. A 24 de janeiro de 2027, o álbum regressa às origens, com uma apresentação nos Açores, no Arquipélago – Centro de Artes. Os bilhetes estão já disponíveis nos locais habituais.
PMDS é um projeto de música electrónica, ambiental e experimental dos açorianos Pedro Sousa e Filipe Caetano.
O primeiro, com formação clássica em piano, e o segundo, com muitos quilómetros de pistas de dança, ambos partilham uma paixão (des)controlada por equipamentos analógicos e sintetizadores.
Ao vivo, fazem questão de aproveitar parte do arsenal de instrumentos que possuem para construir uma viagem sonora ao subconsciente, às memórias apagadas e ao pensamento abstracto, tocando e manipulando os instrumentos no momento, sem rede, permitindo algo cada vez mais raro em espetáculos: o erro humano.
Em 2026, apresentam o seu quarto longa-duração, Redenção, onde a electrónica contemplativa e atmosférica se cruza com a memória e a identidade insulares.











