CRÍTICAS

Black Sea Dahu – Everything (2026)
“Everything”, o terceiro álbum dos Black Sea Dahu é um disco profundo sobre o luto que funde indie-folk com arranjos cinematográficos.

Surfbort – Reality Star (2026)
Crítica ao álbum “Reality Star” dos Surfbort. Uma análise ao punk feral de Dani Miller, entre o grunge dos anos 90 e o caos do mundo moderno.

Hard Life – Onion (2025)
Crítica: Após perderem o nome e um membro, os antigos Easy Life renascem como Hard Life com o álbum “Onion”, um registo cru, emocional e vulnerável.

Horsegirl – Phonetics On and On (2025)
Crítica: No segundo álbum, “Phonetics On and On”, as Horsegirl trocam o ruído lo-fi por um minimalismo maduro, íntimo e contemplativo, guiado por Cate Le Bon.

Haim – I Quit (2025)
Crítica: Com “I Quit”, as Haim entregam um disco de libertação e reinvenção, onde pop, indie e vulnerabilidade se cruzam com ambição e maturidade emocional.

Morcheeba – Escape the Chaos (2025)
Crítica: Os Morcheeba celebram 30 anos com “Escape the Chaos”, um disco de trip-hop íntimo, cinematográfico e emocional, marcado por colaborações e produção familiar.

Great Grandpa — Patience, Moonbeam (2025)
Crítica: Após seis anos de silêncio, os Great Grandpa regressam com Patience, Moonbeam — um álbum vibrante, emocional e inventivo que reconcilia o passado com o futuro.

Sports Team – Boys These Days (2025)
Crítica: No novo álbum ‘Boys These Days’, os Sports Team trocam o garage rock pelo pop orquestrado, sem perder o sarcasmo. Uma reinvenção nostálgica, crítica e cativante.

Bartees Strange – Horror (2025)
Crítica a ‘Horror’ de Bartees Strange. Uma fusão de identidade, vulnerabilidade e luta racial, que o consolida como uma voz única e ousada do panorama musical.

Natalia Lafourcade – Cancionera (2025)
Crítica: Em “Cancionera”, Natalia Lafourcade abraça a vulnerabilidade com 14 canções gravadas ao vivo em fita analógica. Um dos álbuns mais autênticos de 2025.

The Bug Club – Very Human Features (2025)
Crítica: Melodias infecciosas, riffs sarcásticos e um coração punk: os Bug Club estão mais humanos, e mais acutilantes, do que nunca.

Lifeguard – Ripped and Torn (2025)
Crítica ao álbum de estreia dos Lifeguard, ‘Ripped and Torn’. Maturidade e criatividade rara. Um disco explosivo entre o pós-punk, o garage rock e o DIY de Chicago.

Hayden Pedigo – I’ll Be Waving as You Drive Away (2025)
Crítica: Em “I’ll Be Waving As You Drive Away”, Hayden Pedigo abandona a ironia e entrega o seu disco mais íntimo e cinematográfico. Uma nova folk americana.

Finn Wolfhard – Happy Birthday (2025)
Crítica ao álbum de estreia de Finn Wolfhard, ‘Happy Birthday’. Um álbum lo-fi íntimo e cru, entre o garage rock e a folk acústica. Um retrato honesto da juventude.

Pulp – More (2025)
Mais de 20 anos depois do último disco, os Pulp regressam com “More”, um álbum surpreendente, lúcido e comovente — uma afirmação da relevância presente da banda.

Matt Berninger – Get Sunk (2025)
Matt Berninger, vocalista dos The National, lança Get Sunk, um álbum íntimo e contemplativo sobre perda, memória e renascimento. Lê a crítica completa aqui.

Sparks – MAD! (2025)
Crítica ao álbum MAD! dos Sparks. Um regresso criativo, irreverente e surpreendente do icónico duo pop com mais de 50 anos de carreira.




