Madonna, Confessions on a Dance Floor: Part II (Warner)
A icónica rainha da pop regressa às origens com Confessions on a Dance Floor: Part II, editado pela Warner. Após anos a explorar outros caminhos como o trap e a pop latina, Madonna reencontra-se com a dance music clássica e as pistas de dança, resgatando o espírito do seu álbum de 2005. O disco recorda as memórias dos anos 80 em Nova Iorque, contando com colaborações relevantes de Sabrina Carpenter e da sua filha Lourdes.
Deep Purple, Splat! (earMusic)
Os também icónicos Deep Purple regressam com Splat!, produzido pelo conceituado Bob Ezrin e gravado ao vivo em estúdio. Este é o trabalho mais pesado da banda nos últimos (vários) anos, recuperando intencionalmente a dinâmica, o equilíbrio e também a diversão, diga-se, dos seus clássicos do período de 1969 a 1973. O disco, concebido por Ian Gillan, aborda o fim da humanidade não como uma destruição apocalíptica, mas como uma metamorfose espiritual.
The Heavenly Bodes, Green Hills (Fuzz Club Records)
O projeto britânico The Heavenly Bodes estreia-se nos longa-duração com Green Hills, editado pela prestigiada Fuzz Club Records. O álbum mergulha profundamente numa névoa densa de psicadelismo de verão e acid-garage, e resgata a herança clássica de nomes como 13th Floor Elevators ou The Seeds.










