Sensible Soccers anunciam nome do disco e primeiras datas de apresentação.

Redação Mente Cultural

Depois da edição de 2 EPs de remisturas, os Sensible Soccers apresentam Camminando Di Notte, novo longa-duração que chegará no seu formato físico e a todas as plataformas de distribuição musical em setembro 2026.

Ao vivo a digressão deste novo espetáculo arranca no Theatro Circo (Braga), a 25 de setembro, seguindo depois para o Clube B.Leza (Lisboa), a 15 de outubro. Serão as estreias em palco do quinto álbum da banda, intitulado Camminando di Notte, editado pela 8mm Records e marcando o início de um novo capítulo num percurso que tem vindo a afirmar-se como um dos mais singulares da música instrumental portuguesa.

Os bilhetes para os concertos de apresentação já se encontram disponíveis. Mais datas serão adicionadas à digressão de apresentação de Camminando Di Notte.

Composto por oito temas, o novo álbum sucede a Manoel e chega após a edição de dois EPs de remisturas assinadas por nomes como Mad ProfessorDanilo Plessow (Motor City Drum Ensemble), Peaking Lights e Tolouse Low Trax. As remisturas chegaram antes das próprias faixas, abrindo caminho para as versões originais que só agora se revelarão. 

Os Sensible Soccers são André SimãoHugo GomesManuel Justo e Sérgio Freitas, juntando-se-lhes em palco João Nuno Vilaça

Depois de várias edições iniciais — um EP em 2011, Fornelo Tapes Vol. 1 e o single “Sofrendo Por Você” —, a banda lançou em 2014 o seu primeiro álbum, 8, destacado pela imprensa nacional como um dos discos portugueses do ano. Em 2016 editaram Villa Soledade, que deu origem a uma extensa digressão em Portugal e no estrangeiro. Seguiu-se Aurora (2019), produzido por B Fachada. Durante a pandemia, o grupo compôs novas bandas sonoras para os filmes Douro, Faina Fluvial e O Pintor e a Cidade, de Manoel de Oliveira, trabalho que deu origem a Manoel, o quarto álbum da banda. 

Desde o final de 2024, os Sensible Soccers dedicam-se à criação deste novo disco, que chega em setembro e cuja apresentação ao vivo assinala mais um passo na evolução de uma linguagem musical própria, onde a eletrónica e os instrumentos orgânicos convivem num equilíbrio entre pulsação, melodia e estruturas em constante progressão.

* fotografia de Carlos Lobo

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