15.
Lily Allen
West End Girl
Lily Allen regressa com um álbum quase narrativo que explora a ascensão e queda de um casamento, sustentado por letras francas e viscerais sobre amor, traição e autoanálise. West End Girl tem sido um sucesso pessoal e comercial no Reino Unido, chegando ao top 2 das tabelas, e já há conversas para o adaptar ao teatro — prova do seu potencial narrativo e emocional.
14.
Justin Bieber
Swag
Com Swag, Justin Bieber explora novas direções dentro do pop e R&B, entregando um álbum que alterna entre refrões pegajosos e tentativas de profundidade emocional. Destaca‑se pela produção polida e pela vontade de experimentar fora do molde tradicional de rádio.
13.
Wolf Alice
The Clearing
Os Wolf Alice regressam com um álbum que mistura rock clássico e modernas texturas sonoras, como se uma banda dos anos 70 tivesse sido transplantada para 2025 com uma atitude fresca. The Clearing foi nomeado para o Mercury Prize e mostra uma banda consistente, capaz de somar melodias fortes a um pulso emocional intenso, sem nunca soar datada.
12.
Annahstasia
Tether
Tether é o álbum de estreia de Annahstasia, abraçando um som que mistura folk, rock e pop de câmara com arranjos acústicos quentes e voz marcante. A sua voz rouca e rica guia canções sobre amor, dúvida e ligação com guitarras e pianos a ondularem num espaço sonoro que respira lentamente. É um disco que parece construído como uma conversa íntima.
11.
PinkPantheress
Fancy That
Fancy That mistura pop, drum’n’bass e touches de nostalgia à maneira característica de PinkPantheress, com batidas curtas e refrões que se grudam. O álbum funciona como um reflexo dos seus singles virais — conciso, cheio de personalidade e com produção que parece familiar sem ser repetitiva. Perfeito para palcos, festas e playlists várias vezes em repeat.
10.
Addison Rae
Addison
A estreia de Addison Rae no formato de álbum mostra‑se decididamente pop, com canções produzidas para consumo rápido mas com algumas faixas a destacarem‑se pela energia e melodia cativante. Addison afirma uma presença pop sonora e confiante, bem alinhada com tendências atuais de streaming.
09.
Dijon
Baby
Depois de anos a ser reconhecido como produtor, Baby é finalmente o seu grande momento como artista. Dijon mostra personalidade própria, misturando R&B, indie e soul com letras íntimas e produção cuidada, provando que a sua visão não se limita a ajudar outros a brilhar. Cada faixa tem detalhes que se vão descobrindo aos poucos, tornando o álbum um verdadeiro “breakthrough”.
08.
caroline
caroline 2
caroline 2 continua a viagem introspetiva do projeto, combinando eletrónica suave e melodias lo‑fi que soam quase como confidências. Cada faixa cria uma atmosfera acolhedora e íntima, perfeita para ouvir sozinho, de noite, quando a cidade está calma e tudo parece mais próximo. O álbum é discreto mas cheio de pequenos detalhes que fazem querer voltar a cada escuta.
07.
Rochelle Jordan
Through the Wall
Through the Wall mergulha numa mistura de R&B, soul e electrónica suave, com produção envolvente e detalhes sonoros que saltam a cada escuta. Rochelle Jordan consegue equilibrar groove e emoção, criando canções que parecem confidências pessoais mas com espaço para respirar e dançar.
06.
Amaarae
BLACK STAR
Amaarae regressa com BLACK STAR, um álbum que junta highlife, baile funk, Afrobeats e dance‑pop num som global e energético. Os singles como “S.M.O.” misturam ritmos africanos tradicionais com batidas electrónicas e um visual de videoclipe filmado no Gana que celebra identidade e sensualidade. Colaborações com PinkPantheress, Naomi Campbell e Charlie Wilson ajudam a dar textura a um disco pensado para clubes mas com profundidade que vai além do binário festa/sentimento.
05.
FKA twigs
Eusexua
Eusexua marca o regresso de FKA twigs com um álbum de avant‑pop onde techno, house, drum and bass e pop experimental se cruzam em paisagens sonoras que pareciam reservadas a experiências de pista e introspeção. É um disco que explora estados emocionais de libertação, energia e transcendência, com vozes e produção a equilibrar entre o sensual e o cerebral.
04.
Wet Leg
moisturizer
Segue‑se ao impacto colossal do álbum de estreia com um registo que mantém a irreverência post‑punk e indie rock da dupla britânica, mas adiciona texturas pop e letras ainda mais afiadas. Moisturizer é aquele tipo de disco que sabe brincar com expectativas, enquanto cimenta o seu lugar no rock britânico.
03.
Blood Orange
Essex Honey
Dev Hynes regressa com um álbum introspetivo que mistura reflexões sobre a sua origem em Essex com colaborações surpreendentes (de Lorde a Zadie Smith), num registo onde o R&B, indie e electrónica se cruzam com política pessoal e memória. Essex Honey tem uma aura melancólica, ideal para quem gosta de música que apesar de suave revela texturas profundas e emoções guardadas.
02.
Rosalía
Lux
Rosalía explode géneros com um álbum em quatro movimentos que vai do pop avant‑garde à música clássica, com coros, orquestra e temas em múltiplas línguas, explorando amor, espiritualidade e identidade feminina. Lux não é um disco pop habitual — é ambicioso e arriscado, mais próximo de uma ópera contemporânea do que de um conjunto de singles, e envolve colaborações desde Björk à London Symphony Orchestra.
01.
Bad Bunny
DeBÍ TiRAR MàS FOToS
Bad Bunny faz do álbum uma carta de amor a Porto Rico, misturando reggaeton, salsa, plena e sons tradicionais com eletrónica moderna e produção cuidada. É sem dúvida um dos lançamentos mais falados de 2025, com a crítica a falar de “trabalho revolucionário” e narrativa cultural forte que evoca identidade e história da ilha. O álbum chegou ao topo da Billboard 200 e conquistou o Grammy Latino de Álbum do Ano, mostrando que Benito quer mais do que fazer dançar — quer contar uma história.









