Moby, Future Quiet (BMG)
O veterano músico e produtor nova-iorquino Moby lança hoje Future Quiet através da BMG. Este é o seu 23.º álbum de estúdio e sucede ao disco de colaborações Always Centered at Night (2024), marcando um regresso a uma sonoridade mais solitária e introspectiva. O álbum foi gravado no seu estúdio caseiro em Los Angeles e é descrito como uma exploração da quietude num mundo cada vez mais caótico.
Hen Ogledd, DISCOMBOBULATED (Weird World)
O supergrupo britânico Hen Ogledd lança hoje DISCOMBOBULATED, um novo trabalho que sucede ao elogiado Free Humans (2020) e continua a expansão do coletivo para lá das suas raízes folclóricas e experimentais. Gravado em sessões de improvisação que foram posteriormente editadas de forma meticulosa, o álbum funde instrumentos medievais, sintetizadores vintage e harmonias vocais complexas para explorar temas de desorientação digital e mitologias modernas.
Ally Evenson, Speed Kills (Better Company Records)
A cantautora Ally Evenson, natural de Detroit e atualmente baseada em Brooklyn, lança hoje Speed Kills, o seu álbum de estreia, que surge após o impacto dos EPs Not My Kind (2020) e Sleepless/The Way You Are (2022), que a estabeleceram como uma voz emergente na cena indie folk. O disco foi produzido em colaboração com Luke Temple (dos Here We Go Magic) e explora a ansiedade da vida moderna e a rapidez das mudanças pessoais.
Liz Cooper, New Day (Thirty Tigers)
A artista de Nashville Liz Cooper lança hoje New Day, aquele que é o seu terceiro álbum de estúdio e sucede ao aclamado Hot Honey (2021) e ao disco de estreia Window Flowers (2018). O novo trabalho marca uma nova fase na sua carreira após deixar de se apresentar como Liz Cooper & The Stampede. O disco reflete uma profunda transformação pessoal e artística afastando-se do do rock psicadélico para explorar uma sonoridade mais limpa e direta, com influências que a crítica compara à sofisticação de Sheryl Crow ou à vulnerabilidade de Lucinda Williams.
Black Sea Dahu, Everything (Mouthwatering Records)
O coletivo suíço Black Sea Dahu, liderado pela cantautora Janine Cathrein, lança Everything. Este novo trabalho sucede ao aclamado álbum I Am My Mother (2022) e ao EP Orbit (2023), e consolida a banda como uma das novas referências do indie folk europeu. Gravado numa quinta isolada nos Alpes, o álbum procura capturar uma sonoridade orgânica e expansiva.
Peaches, No Lube So Rude (Kill Rock Stars)
A icónica artista canadiana Peaches edita No Lube So Rude, um disco que marca o seu regresso aos álbuns de estúdio após uma década, chegando 11 anos após Rub (2015), e coincidindo também com as celebrações dos 25 anos do seu clássico The Teaches of Peaches. O disco foi produzido em colaboração com Tiga e Austra, mantendo a sonoridade eletrónica crua e provocadora que a tornou uma figura central do electroclash.
Beggar Weeds, Tragedy in U.S. History
O projeto Beggar Weeds, liderado pelo músico e produtor Mark Robinson (fundador da editora TeenBeat e membro dos Unrest), lança hoje Tragedy in U.S. History. Este álbum marca o regresso desta faceta mais experimental e minimalista de Robinson, com a captura da estética lo-fi e independente que o tornou uma figura de culto.
Sports, Sports (Avenue A Records)
O duo de dream pop Sports, composto pelos amigos de infância Cale Chronister e Christian Theriot, apresenta o seu novo álbum homónimo, Sports. Este longa-duração sucede ao disco Get A Good Look (2022) e marca uma fase de consolidação da sua estética retro-futurista. O álbum explora um som que funde o funk dos anos 70 com o indie pop psicadélico. Eles descrevem este registo como uma celebração da sua amizade e da liberdade criativa.
Clawfinger, Before We All Die (edição independente)
Os pioneiros do rap-metal industrial, Clawfinger, regressam com Before We All Die, lançado de forma independente em colaboração com a Golden Robot Records. Este é o primeiro álbum completo da banda sueca em quase duas décadas, quebrando o hiato de estúdio que durava desde Life Will Kill You (2007). A banda mantem a agressividade política e social que definiu o grupo nos anos 90, mas com uma produção industrial mais densa. O vocalista Zak Tell explicou que o título reflete a urgência de abordar o estado atual do mundo antes que seja tarde demais.
The Enemy, Social Disguises (Cooking Vinyl)
Os britânicos The Enemy, liderados por Tom Clarke, marcam hoje o seu regresso com o álbum Social Disguises, editado pela Cooking Vinyl. Este é o primeiro longa-duração da banda de Coventry desde It’s Automatic (2015), tendo surgido após a reunião de sucesso que iniciaram em 2022. A gravação decorreu de forma orgânica e tenta capturar a energia crua dos seus primeiros trabalhos, como o icónico We’ll Live and Die in These Towns. Um belo regresso ao passado.
Yael Naïm, Solaire (Tôt ou Tard)
A artista franco-israelita Yael Naïm lança o seu novo álbum de estúdio, Solaire, um disco que chega depois do registo minimalista e noturno NightSongs (2020), e que marca um regresso a sonoridades mais abertas e luminosas, como o próprio título sugere. O disco foi concebido como uma celebração da vida e da resiliência. Embora mantenha a base de piano que a tornou famosa, Naïm incorpora agora arranjos orquestrais mais ricos e toques eletrónicos subtis.
Altin Gün, Garip (Glitterbeat Records)
Os Altın Gün, o coletivo de Amesterdão que revitalizou o rock psicadélico turco, lançam hoje o seu novo álbum, Garip. Este longa-duração sucede a Aşk (2023) e continua a aclamada exploração da banda pela música tradicional da Anatólia. O grupo aprofunda neste trabalho a fusão entre o folk turco e os sintetizadores do disco e do funk dos anos 70. O título, Garip, remete para a figura do “estranho” ou “viajante” na poesia clássica turca, o que serve de metáfora para a própria jornada sonora da banda entre o passado e o futuro.
Elvis Presley, EPIC: Elvis Presley In Concert Soundtrack (RCA/Legacy)
Lançada pela RCA/Legacy, a banda sonora EPIC: Elvis Presley In Concert acompanha a nova e ambiciosa experiência de concertos holográficos que estreou recentemente em Londres. Este projeto utiliza tecnologia de inteligência artificial de ponta para recriar a presença de Elvis em palco, com base em milhares de horas de filmagens de arquivo. A banda-sonora apresenta novas misturas e arranjos de temas clássicos, supervisionados por produtores contemporâneos para garantir uma fidelidade sonora adaptada aos sistemas de som modernos.
Mx Lonely, All Monsters (Candlepin Records)
O coletivo de Brooklyn Mx Lonely apresenta o seu novo álbum, All Monsters. Este trabalho sucede ao aclamado Cademia (2022), e aprofunda a sonoridade densa e abrasiva do projeto. O disco é uma exploração visceral de traumas e isolamento urbano. A banda funde elementos de shoegaze, post-punk e slowcore para criar paisagens sonoras simultaneamente claustrofóbicas e catárticas.
Trauma Ray, Carnival EP (Sacred Bones)
Os Trauma Ray oferecem o seu novo EP, Carnival, que marca a sua estreia na prestigiada editora Sacred Bones. Este lançamento sucede ao aclamado álbum Chameleon (2024), reforçando a sua posição como um dos nomes fortes do shoegaze contemporâneo. O EP foi gravado com o produtor Jon Markson e apresenta uma sonoridade ainda mais densa e expansiva.










