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Brigitte Calls Me Baby – “I Can Take the Sun Out of the Sky”
A banda formada em Chicago acaba de lançar o seu segundo álbum de estúdio, “Irreversible”, e, poucos dias antes, revelou o terceiro single, “I Can Take the Sun Out of the Sky”. Esta é uma canção que vê o grupo a adotar um som ligeiramente diferente daquilo a que nos tem habituado, trocando a influência do pop-rock dos anos 80 por um indie rock mais recente, com um groove inegável. De acordo com o baixista Devin Wessels, esta foi uma das últimas músicas a ser adicionadas ao disco.
Haute & Freddy – “Showgirl at Heart”
Haute & Freddy é o projeto de synth-pop da dupla americana Michelle Buzz e Lance Shipp, que acaba de lançar o seu álbum de estreia, “Big Disgrace”. Este álbum não tenta esconder as influências claras do pop dos anos 80, de nomes como Cyndi Lauper e Depeche Mode, e esta canção, “Showgirl At Heart”, não é exceção. Dos sintetizadores à bateria e à performance teatral de Michelle, tudo replica perfeitamente a atmosfera do synth-pop da década de 80, numa música que fala sobre encontrar um lugar onde o sonho ainda existe, depois de se achar que já não seria possível.
Olive Jones – “Mary”
Olive Jones, cantora, compositora e guitarrista de origem britânica, acaba de se estrear com o seu primeiro álbum de estúdio, “For Mary”. Este é um disco onde géneros como o soul, o blues e o jazz convergem ao longo de 12 canções, com um ambiente intimista e introspetivo. “Mary” é a primeira delas, uma canção onde Olive mostra os seus dotes na guitarra e onde fala sobre saúde mental e o sentimento de querer ajudar alguém enquanto se sente impotente para aliviar a sua dor.
martin luke brown – “back of my mind”
“back of my mind” é o nome do novo single de Martin Luke Brown. O compositor, produtor e multi-instrumentalista britânico colabora com Matt Zara (Olivia Dean, Teddy Swims, Lola Young) nesta canção que, segundo o próprio, fala sobre o amor que persiste após o fim de uma relação e as memórias e pessoas importantes que carregamos ao longo da vida. Sonoramente, trata-se de uma canção indie pop com uma atmosfera lo-fi, que vai buscar influências ao pop das décadas de 60 e 70, com alguns toques de country na guitarra.











