No próximo dia 10 de setembro, Xico Gaiato lança A Cada Passo Que Dou, o seu álbum de estreia editado pela Omnichord. Depois de revelar, este ano, os singles “Voltas e Voltas” e “Na Raiz“, Francisco Barata apresenta finalmente o disco na íntegra, um conjunto de catorze canções que nascem da Beira Interior para construir um universo profundamente ligado ao território, à memória e à identidade.
Além da edição digital, A Cada Passo Que Dou contará também com uma edição especial em vinil e CD, pensada para ganhar lugar nas estantes, nos gira-discos e nas casas de quem quiser levar estas canções consigo.
O álbum será apresentado ao vivo no Auditório da Moagem, no Fundão, no próprio dia 10 de setembro, cidade onde o projeto nasceu. Seguem-se os concertos no Teatrão, em Coimbra, a 16 de setembro, na Casa da Criatividade, em São João da Madeira, a 17 de setembro, na Casa Capitão, em Lisboa, a 2 de Outubro enos Maus Hábitos, no Porto, a 9 de outubro.
A Cada Passo Que Dou é composto por 14 canções onde Francisco Barata parte dos sons que marcaram a sua infância na Beira Interior para os reinterpretar através da eletrónica e da pop, onde abre um novo lugar para a exploração da música tradicional. Parte do disco foi gravada em residência artística nas Donas, aldeia onde cresceu a sua mãe, e é aí que ganham forma muitos dos sons que atravessam o álbum, dos bombos ao pífaro. Uma das canções, com a participação de Rossana, nasceu também durante uma sessão criativa realizada no Cabeço do Pião, junto às antigas Minas da Panasqueira.
O álbum dialoga entre passado e presente, revisitando lugares, histórias e sonoridades para construir uma identidade profundamente enraizada no território. Ao longo das canções, Xico Gaiato convida o público a construir o seu próprio imaginário, a explorar temas como a aceitação da identidade, a dúvida e a procura de um lugar no mundo.
Sem nunca perder de vista o lugar de onde parte, A Cada Passo Que Dou afirma-se como um disco que olha para o território, a memória e a identidade com a mesma vontade de questionar, emocionar e abrir novos caminhos.











