A cantautora lisboeta Rita Cortezão foi a grande protagonista da final da 30ª edição do Festival Termómetro, realizada este domingo no Lisboa ao Vivo (LAV). Com apenas 25 anos, a artista conquistou o júri de forma quase unânime, garantindo não só o título de grande vencedora do festival, como também o prémio de Melhor Canção, atribuído pela Antena 3 ao tema “O Tempo que Fica”.
Rita Cortezão, que lançou em 2025 o seu álbum de estreia, tudo, um pouco, tem vindo a destacar-se pela escrita autoral e pela sonoridade apurada, fruto de uma produção partilhada com Benjamim. O disco, composto por dez temas da sua autoria, serviu de cartão de visita para uma prestação que agora lhe abre as portas dos maiores palcos nacionais.
Como recompensa pela vitória no histórico concurso criado por Fernando Alvim, Rita Cortezão assegurou presença no cartaz de três festivais de referência: NOS Alive, Bons Sons 2026 e Vodafone Paredes de Coura. Além das atuações, o prémio inclui dez horas de gravação no Estúdio King e a produção de um videoclipe pela World Academy.
A final contou ainda com as prestações dos Monstro (Braga) e dos Parque Império (Porto), num evento que teve a banda Mães Solteira como convidada especial. No capítulo das distinções individuais, a artista Mória não saiu de mãos a abanar, levando para casa o troféu de Melhor Atuação.










