21 álbuns para ouvir esta semana

Week #17/2026 – Esta semana há muito por onde escolher e quase dá vontade de destacar alguns dos… destaques. De Black Keys a Velhote do Carmo, aos estreantes Goo ou Pigeon, haja tempo para ouvir tudo.

“Beef 2”: Guerra fria em modo luxo

A segunda temporada troca a explosão imediata por um veneno lento — menos visceral, mais calculado, e nem sempre tão eficaz. Mas os atores estão no seu melhor.

Gretel – Squish (2026)

Crítica ao álbum de estreia de Gretel, “Squish”, em como a artista superou as expectativas para criar algo que funde indie-rock gótico e vulnerabilidade.

12 álbuns para ouvir esta semana

Week #15/2026 – Em cima do Record Store Day (amanhã) são 12 as escolhas que fizemos para discos novos a conhecer com mais atenção.

“Fackham Hall”: nem sempre acerta, mas tenta sempre

Não vale a pena complicar: Fackham Hall sabe exatamente o que é e não tenta disfarçar. Começa como uma paródia de dramas de época à la Downton Abbey — e nunca larga essa ideia, só vai puxando cada vez mais até ao absurdo.

Lime Garden – Maybe Not Tonight (2026)

Crítica ao segundo álbum das Lime Garden, ‘Maybe Not Tonight’. Um disco sobre o caos dos 20 anos, separações em massa e a celebração de uma noite épica.

10 álbuns: As escolhas de Líquen

Líquen é o organismo sonoro e poético de Constança Ochoa, artista natural de Coimbra que tem vindo a traçar um percurso fascinante na nova música portuguesa. O projeto, que nasceu da vontade da cantora em explorar a sua expressão individual após a experiência nos Peixinhos da Horta, funciona como uma simbiose perfeita entre a voz, […]

15 álbuns para ouvir esta semana

Week #14/2026 – Nesta segunda semana de abril encontramos 15 lançamentos de destaque que vão desde o regresso dos WU LYF, a Snoop Dogg e Holy Nothing.

Rosalía não veio dar um concerto — veio montar um ritual

Entrar na MEO Arena naquela noite era ir ver um concerto. Sair de lá foi outra coisa — mais próxima de ter assistido a um espetáculo pensado ao milímetro, mas sentido no corpo. Não foi pop, não foi clássico — foi Rosalía a fazer o que quer.