CRÍTICAS

Weird Nightmare – Hoopla (2026)
Crítica a ‘Hoopla’, o segundo álbum de Weird Nightmare. A. Edkins afasta-se do ruído dos METZ para abraçar o power pop e as melodias dos anos 60.

Gretel – Squish (2026)
Crítica ao álbum de estreia de Gretel, “Squish”, em como a artista superou as expectativas para criar algo que funde indie-rock gótico e vulnerabilidade.

Lime Garden – Maybe Not Tonight (2026)
Crítica ao segundo álbum das Lime Garden, ‘Maybe Not Tonight’. Um disco sobre o caos dos 20 anos, separações em massa e a celebração de uma noite épica.

Courtney Barnett – Creature of Habit (2026)
Crítica a ‘Creature of Habit’, o 4.º álbum de Courtney Barnett, um disco sobre mudanças, hábitos e o indie rock honesto.

Flea – Honora (2026)
Crítica a “Honora”, o primeiro álbum a solo de Flea. O baixista dos Red Hot Chili Peppers assume o trompete num disco de jazz com Thom Yorke e Nick Cave.

Bad//Dreems – Ultra Dundee (2026)
Crítica a “Ultra Dundee”, o álbum de despedida dos Bad//Dreems. Uma análise à sátira política, ao rock visceral e à crise de identidade australiana.

Black Sea Dahu – Everything (2026)
“Everything”, o terceiro álbum dos Black Sea Dahu é um disco profundo sobre o luto que funde indie-folk com arranjos cinematográficos.

Surfbort – Reality Star (2026)
Crítica ao álbum “Reality Star” dos Surfbort. Uma análise ao punk feral de Dani Miller, entre o grunge dos anos 90 e o caos do mundo moderno.

Gnarls Barkley – Atlanta (2026)
Dezoito anos depois, CeeLo Green e Danger Mouse despedem-se com ‘Atlanta’, um disco autobiográfico e psicadélico.

Unsafe Space Garden – O Melhor e o Pior da Música Biológica (2026)
O novo disco dos Unsafe Space Garden, O Melhor e o Pior da Música Biológica, é uma jornada terapêutica com coros comunitários e sotaque português.

Liz Cooper – New Day (2026)
Análise ao álbum “New Day” de Liz Cooper é um olhar sobre a evolução da artista do rock psicadélico para o experimentalismo pop em 2026.

Katzin – Buckaroo (2026)
Zion Battle estreia-se com o disco ‘Buckaroo’, um trabalho que mistura o imaginário do Oeste Americano com indie rock moderno.

Éme – Colegas de Trabalho (2026)
O regresso do cronista da pop de Lisboa, as influências da Cafetra e a maturidade de João Marcelo no disco de Éme, ´Colegas de Trabalho’.

Lande Hekt – Lucky Now (2026)
Em Lucky Now, Lande Hekt aprofunda a sua escrita íntima e luminosa, afirmando-se como uma das vozes mais interessantes do indie britânico actual.

MARO – So Much Has Changed (2026)
“So Much Has Changed” é o novo álbum de MARO, um retrato íntimo de mudança pessoal e artística, gravado no Brasil e marcado por introspeção, maturidade e honestidade emocional.

Roc Marciano – 656 (2026)
Em “656”, Roc Marciano regressa ao controlo total da produção e reafirma a estética minimalista que moldou o rap underground moderno.

Calcutá – Soon After Dawn (2026)
“Soon After Dawn” é o álbum de estreia de Calcutá, projecto a solo de Teresa Castro, entre folk, drone e experimentação.



