Tickles – Sugar & Plastic Plates (2025)

Os Tickles lançam o seu álbum de estreia, “Sugar & Plastic Plates”: um mergulho noise-punk feito de frustração, caos emocional e fúria contida.
runo plum – patching (2025)

runo plum lança patching, o seu álbum de estreia: um registo indie-folk íntimo, honesto e emocional, onde transforma ansiedade, fragilidade e cura em canções delicadas e melancólicas.
De La Soul – Cabin In The Sky (2025)

“Cabin in the Sky” é o primeiro álbum dos De La Soul após a perda de Trugoy, um registo emotivo que celebra o legado e aponta ao futuro.
Mavis Staples – Sad And Beautiful World (2025)

Mavis Staples regressa com “Sad And Beautiful World”, um disco de versões profundas e cheias de propósito, que reafirma a sua voz de esperança e resistência.
Rosalía – LUX (2025)

Desde o primeiro som, LUX instala-se no corpo como um arrepio. Ao quarto álbum, Rosalía deixa de ser estrela pop para se tornar fenómeno quase espiritual.
Cusp – What I Want Doesn’t Want Me Back (2025)

Crítica: No seu segundo álbum, What I Want Doesn’t Want Me Back, os Cusp refinam o som e o olhar: um disco de indie rock maduro, honesto e emocionalmente direto, que encontra beleza nas pequenas vitórias do quotidiano.
Lily Allen – West End Girl (2025)

Em West End Girl, Lily Allen transforma o fim do seu casamento com o ator David Harbour num retrato pop de dor, ironia e libertação.
Humberto – Mau Teatro (2025)

Em MAU TEATRO, o músico e performer Humberto (Bruno Humberto) estreia-se a solo com um álbum que cruza indie-folk, pop e música tradicional portuguesa. Um disco de identidade forte, equilíbrio e maturidade artística — uma das grandes surpresas do ano.
Luta Livre – Contrafação (2025)

Luís Varatojo regressa com o terceiro álbum do projeto Luta Livre, “Contrafação” — um disco mais íntimo e direto, marcado pela simplicidade, observação e crítica social subtil.
Militarie Gun – God Save The Gun (2025)

Crítica: Do punk cru de estreia à busca pela catarse: God Save the Gun mostra os Militarie Gun a expandirem o seu som e a transformarem dor e caos em força e melodia.
Geese – Getting Killed (2025)

Crítica: Os Geese regressam com “Getting Killed”, o seu álbum mais ousado e emocional. Entre o caos e a melodia, a banda nova-iorquina afirma-se como uma das forças mais criativas do indie rock atual.
Lola Young – I’m Only F**king Myself (2025)

Irreverente, intensa e emocionalmente sem filtros, Lola Young confirma no novo álbum porque é vista como a next big thing da música britânica. Um disco cru, honesto e viciante, onde o desassossego da sua geração encontra uma voz feroz e lúcida.
Patrick Watson – Uh Oh (2025)

Patrick Watson apresenta ‘Uh Oh’, um disco gravado em várias cidades do mundo e que resulta de um período em que o músico perdeu temporariamente a voz.
Nation of Language – Dance Called Memory (2025)

Crítica: Nation of Language editam o quarto álbum, Dance Called Memory, pela Sub Pop. Um registo íntimo e nostálgico que aprofunda emoções e synth-pop.
Big Thief – Double Infinity (2025)

Double Infinity é o sexto álbum dos Big Thief, gravado em Nova Iorque após a saída do baixista Max Oleartchik. Um disco vivo e colaborativo, que funde folk-rock, psicadelismo e poesia intimista de Adrianne Lenker.
Legss – Unreal (2025)

Crítica: ‘Unreal’ é o aguardado álbum de estreia dos Legss, um disco intenso e multifacetado que explora dissonância, beleza e a sensação de irrealidade no quotidiano.
Blood Orange – Essex Honey (2025)

Crítica: Devonté Hynes fez-nos esperar seis anos mas entregou um disco para ouvir em repeat.
David Byrne – Who Is The Sky? (2025)

Crítica: a nossa análise ao novo álbum de David Byrne, ‘Who Is the Sky?’: uma celebração da alegria e explosão de criatividade musical.
Shame – Cutthroat (2025)

‘Cutthroat’ é o quarto álbum dos Shame, produzido por John Congleton. Um registo eletrónico e visceral que mistura sarcasmo, punk e energia crua.
The Beths – Straight Line Was A Lie (2025)

Crítica: ‘Straight Line Was a Lie’ é o álbum mais refinado dos The Beths, combinando jangle-pop cintilante com letras mais honestas e introspectivas.
Wolf Alice – The Clearing (2025)

De regresso com “The Clearing”, os Wolf Alice trocaram a fúria das guitarras por um mergulho vintage nos anos 70. Estranha-se ao início, mas depressa se percebe que este é um disco que se entranha, daqueles que crescem a cada audição.
Water From Your Eyes – It’s a Beautiful Place (2025)

Em ‘It’s a Beautiful Place’, os Water From Your Eyes surpreendem com um som mais luminoso e direto, sem perder a ousadia experimental.
Nourished by Time – The Passionate Ones (2025)

Nourished by Time lança ‘The Passionate Ones’, um álbum intenso e visceral que cruza post-R&B, indie-pop e electro-soul, já aclamado pela crítica.
Amaarae – Black Star (2025)

A artista ganesa-americana confirma que não está aqui para jogar pelo seguro: “Black Star” é puro groove, irreverência e uma masterclass de como misturar géneros sem perder identidade.
S.G. Goodman – Planting By The Signs (2025)

Crítica: S.G. Goodman regressa com o álbum ‘Planting by the Signs’, um disco íntimo que reflete luto, natureza e raízes do sul dos EUA.
Cass McCombs – Interior Live Oak (2025)

Crítica a ‘Interior Live Oak’, o 11.º álbum de Cass McCombs: um registo expansivo, lírico e imersivo, que reafirma o seu lugar no indie-folk.
The Black Keys – No Rain, No Flowers (2025)

Crítica a *No Rain, No Flowers*, o novo álbum dos The Black Keys, que mistura pop, soul e funk após um ano turbulento para a banda.
Cícero – Uma Onda em Pedaços (2025)

Crítica: Cícero regressa com ‘Uma Onda em Pedaços’, álbum que mistura géneros e emoções num retrato íntimo e plural após cinco anos de silêncio.
Cory Hanson – I Love People (2025)

Cory Hanson regressa com ‘I Love People’, um disco que troca guitarras por piano e funde soft rock vintage com crítica social disfarçada em melodias luminosas.
Public Enemy – Black Sky Over The Projects: Apartment 2025 (2025)

Crítica: Public Enemy regressaram com ‘Black Sky Over The Projects: Apartment 2025’, um álbum surpresa cheio de crítica social, energia e batidas cruas.
Jade Bird – Who Wants To Talk About Love (2025)

Crítica: Jade Bird lança Who Wants to Talk About Love, o seu álbum mais maduro e íntimo até hoje. Disco chegou a 18 de julho de 2025 e já soma elogios da crítica.
Billie Marten – Dog Eared (2025)

Crítica: Em Dog Eared, Billie Marten expande o seu universo folk com uma sonoridade mais colaborativa e emocionalmente densa. Um álbum delicado e maduro.
Wet Leg – Moisturizer (2025)

Crítica: O segundo álbum costuma ser o bicho-papão das bandas que rebentam à primeira. Mas as Wet Leg, em vez de se enredarem nisso, deram um passo em frente: abriram a formação, cresceram em som e fizeram um disco ainda melhor.
Hard Life – Onion (2025)

Crítica: Após perderem o nome e um membro, os antigos Easy Life renascem como Hard Life com o álbum “Onion”, um registo cru, emocional e vulnerável.
Horsegirl – Phonetics On and On (2025)

Crítica: No segundo álbum, “Phonetics On and On”, as Horsegirl trocam o ruído lo-fi por um minimalismo maduro, íntimo e contemplativo, guiado por Cate Le Bon.
Haim – I Quit (2025)

Crítica: Com “I Quit”, as Haim entregam um disco de libertação e reinvenção, onde pop, indie e vulnerabilidade se cruzam com ambição e maturidade emocional.
Morcheeba – Escape the Chaos (2025)

Crítica: Os Morcheeba celebram 30 anos com “Escape the Chaos”, um disco de trip-hop íntimo, cinematográfico e emocional, marcado por colaborações e produção familiar.
Great Grandpa — Patience, Moonbeam (2025)

Crítica: Após seis anos de silêncio, os Great Grandpa regressam com Patience, Moonbeam — um álbum vibrante, emocional e inventivo que reconcilia o passado com o futuro.
Sports Team – Boys These Days (2025)

Crítica: No novo álbum ‘Boys These Days’, os Sports Team trocam o garage rock pelo pop orquestrado, sem perder o sarcasmo. Uma reinvenção nostálgica, crítica e cativante.
Bartees Strange – Horror (2025)

Crítica a ‘Horror’ de Bartees Strange. Uma fusão de identidade, vulnerabilidade e luta racial, que o consolida como uma voz única e ousada do panorama musical.
Natalia Lafourcade – Cancionera (2025)

Crítica: Em “Cancionera”, Natalia Lafourcade abraça a vulnerabilidade com 14 canções gravadas ao vivo em fita analógica. Um dos álbuns mais autênticos de 2025.
The Bug Club – Very Human Features (2025)

Crítica: Melodias infecciosas, riffs sarcásticos e um coração punk: os Bug Club estão mais humanos, e mais acutilantes, do que nunca.
Lifeguard – Ripped and Torn (2025)

Crítica ao álbum de estreia dos Lifeguard, ‘Ripped and Torn’. Maturidade e criatividade rara. Um disco explosivo entre o pós-punk, o garage rock e o DIY de Chicago.
Hayden Pedigo – I’ll Be Waving as You Drive Away (2025)

Crítica: Em “I’ll Be Waving As You Drive Away”, Hayden Pedigo abandona a ironia e entrega o seu disco mais íntimo e cinematográfico. Uma nova folk americana.
Finn Wolfhard – Happy Birthday (2025)

Crítica ao álbum de estreia de Finn Wolfhard, ‘Happy Birthday’. Um álbum lo-fi íntimo e cru, entre o garage rock e a folk acústica. Um retrato honesto da juventude.
Pulp – More (2025)

Mais de 20 anos depois do último disco, os Pulp regressam com “More”, um álbum surpreendente, lúcido e comovente — uma afirmação da relevância presente da banda.
Matt Berninger – Get Sunk (2025)

Matt Berninger, vocalista dos The National, lança Get Sunk, um álbum íntimo e contemplativo sobre perda, memória e renascimento. Lê a crítica completa aqui.
Sparks – MAD! (2025)

Crítica ao álbum MAD! dos Sparks. Um regresso criativo, irreverente e surpreendente do icónico duo pop com mais de 50 anos de carreira.
Psychedelic Porn Crumpets – Carpe Diem, Moonman (2025)

Carpe Diem, Moonman – Crítica ao novo e incrível álbum dos Psychedelic Porn Crumpets.
Arcade Fire – Pink Elephant (2025)

Este é um disco que tenta esquecer o escândalo, mas não consegue escapar dele.
La Lune – everything is an eternal circle and it repeats and repeats itself (2025)

Um EP que é menos um álbum e mais um estado de espírito líquido, onde a repetição não é um defeito, mas a própria essência da existência.
Viagra Boys – Viagr aboys (2025)

Este álbum não é apenas para quem gosta de um bom barulho. É para aqueles que querem ser confrontados com a realidade.
Perfume Genius – Glory (2025)

O novo disco de Perfume Genius é um espelho de angústia e beleza em combustão lenta.
Matt Berry – Heard Noises (2025)

O absurdo meticulosamente belo da psicadélia contemporânea.
Mamalarky – Hex Key (2025)

Para o terceiro disco, os Mamalarky passaram temporadas inteiras curvados sobre guitarras e sintetizadores obscuros.
Julien Baker & TORRES – Send A Prayer My Way (2025)

Não estamos perante um disco revolucionário mas também não é isso que queremos.
Valerie June – Owls, Omens, And Oracles (2025)

Owls, Omens, and Oracles parece o disco que não sabíamos que precisávamos, mas precisamos.
Bad Brains – Bad Brains (1982)

Em 1982 os Bad Brains estabeleceram uma nova ideologia de ruptura que deixou um legado como poucos.
Black Country, New Road – Forever Howlong (2025)

Os BC/NR entregam um disco que não tenta replicar o passado, mas que ainda está a descobrir o seu futuro.
Lucy Dacus – Forever is a Feeling (2025)

‘Forever is a Feeling’ é, até ao momento, o disco mais íntimo e vulnerável de Lucy Dacus.
Destroyer – Dan’s Boogie (2025)

Uma variedade de géneros que é complementada por uma produção exuberante e uma dissonância crescente.
Youth Lagoon – Rarely Do I Dream (2025)

‘Rarely Do I Dream’ é um disco que transforma memórias desbotadas em paisagens sonoras vívidas.
Japanese Breakfast – For Melancholy Brunettes (& sad women) (2025)

Estamos, sem dúvida, perante um dos grandes discos do ano. Zauner apresenta uma ode teatral à melancolia.
Monde UFO – Flamingo Tower (2025)

O novo trabalho dos Monde UFO é uma joia a ser descoberta.
Rum Jungle – Recency Bias (2025)

Este disco é sobre introspeção e reconexão após longos períodos longe de pessoas queridas.
Melin Melyn – Mill on the Hill (2025)

Do País de Gales chegam os Melin Melyn e a estreia com o lindíssimo e colorido ‘Mill on the Hill’.
‘The Bends’ – O primeiro salto para a eternidade dos Radiohead fez 30 anos.

O segundo disco dos Radiohead marcou a necessidade constante da banda de estar sempre a elevar a fasquia.
Hamilton Leithauser – This Side of the Island (2025)

Este lado da ilha de Hamilton Leithauser é refrescante e revigorante.
Mayhem: Lady Gaga em modo camaleão sonoro

Lady Gaga está de volta com Mayhem, um álbum que mistura nostalgia e inovação, levando-nos numa viagem pelos sons que moldaram a sua carreira.
Panda Bear – Sinister Grift (2025)

A ‘bad trip’ de Noah Lennox pelo divórcio é uma experiência comovente.
Sam Fender – People Watching (2025)

Sam Fender apresenta-nos o seu novo disco ‘People Watching’, uma mistura de Springsteen e War on Drugs.
Sharon Van Etten & The Attachment Theory – Sharon Van Etten & The Attachment Theory (2025)

Como Sharon Van Etten continua a elevar-se continuamente.
Cameron Winter – Heavy Metal (2024)

Quem é Cameron Winter e porque é que o seu álbum é assim tão bom.
Vanarin – Hazy Days (2025)

Os Vanarin são artesões do som da pop psicadélica e cujo terceiro álbum nos cativa e não nos deixa sair dele.
“Eusexua”: FKA twigs seduz as pistas de dança com ritmos pulsantes

Acaba de chegar um dos primeiros grandes álbuns de 2025.
The Pretenders – Relentless (2023)

Chrissie Hynde leva os Pretenders de volta ao lugar onde eles pertencem.