runo plum – patching (2025)

runo plum lança patching, o seu álbum de estreia: um registo indie-folk íntimo, honesto e emocional, onde transforma ansiedade, fragilidade e cura em canções delicadas e melancólicas.

Rosalía – LUX (2025)

Desde o primeiro som, LUX instala-se no corpo como um arrepio. Ao quarto álbum, Rosalía deixa de ser estrela pop para se tornar fenómeno quase espiritual.

Cusp – What I Want Doesn’t Want Me Back (2025)

Crítica: No seu segundo álbum, What I Want Doesn’t Want Me Back, os Cusp refinam o som e o olhar: um disco de indie rock maduro, honesto e emocionalmente direto, que encontra beleza nas pequenas vitórias do quotidiano.

Humberto – Mau Teatro (2025)

Em MAU TEATRO, o músico e performer Humberto (Bruno Humberto) estreia-se a solo com um álbum que cruza indie-folk, pop e música tradicional portuguesa. Um disco de identidade forte, equilíbrio e maturidade artística — uma das grandes surpresas do ano.

Luta Livre – Contrafação (2025)

Luís Varatojo regressa com o terceiro álbum do projeto Luta Livre, “Contrafação” — um disco mais íntimo e direto, marcado pela simplicidade, observação e crítica social subtil.

Militarie Gun – God Save The Gun (2025)

Crítica: Do punk cru de estreia à busca pela catarse: God Save the Gun mostra os Militarie Gun a expandirem o seu som e a transformarem dor e caos em força e melodia.

Geese – Getting Killed (2025)

Crítica: Os Geese regressam com “Getting Killed”, o seu álbum mais ousado e emocional. Entre o caos e a melodia, a banda nova-iorquina afirma-se como uma das forças mais criativas do indie rock atual.

Lola Young – I’m Only F**king Myself (2025)

Irreverente, intensa e emocionalmente sem filtros, Lola Young confirma no novo álbum porque é vista como a next big thing da música britânica. Um disco cru, honesto e viciante, onde o desassossego da sua geração encontra uma voz feroz e lúcida.

Patrick Watson – Uh Oh (2025)

Patrick Watson apresenta ‘Uh Oh’, um disco gravado em várias cidades do mundo e que resulta de um período em que o músico perdeu temporariamente a voz.

Big Thief – Double Infinity (2025)

Double Infinity é o sexto álbum dos Big Thief, gravado em Nova Iorque após a saída do baixista Max Oleartchik. Um disco vivo e colaborativo, que funde folk-rock, psicadelismo e poesia intimista de Adrianne Lenker.

Legss – Unreal (2025)

Crítica: ‘Unreal’ é o aguardado álbum de estreia dos Legss, um disco intenso e multifacetado que explora dissonância, beleza e a sensação de irrealidade no quotidiano.

Shame – Cutthroat (2025)

‘Cutthroat’ é o quarto álbum dos Shame, produzido por John Congleton. Um registo eletrónico e visceral que mistura sarcasmo, punk e energia crua.

Wolf Alice – The Clearing (2025)

De regresso com “The Clearing”, os Wolf Alice trocaram a fúria das guitarras por um mergulho vintage nos anos 70. Estranha-se ao início, mas depressa se percebe que este é um disco que se entranha, daqueles que crescem a cada audição.

Amaarae – Black Star (2025)

A artista ganesa-americana confirma que não está aqui para jogar pelo seguro: “Black Star” é puro groove, irreverência e uma masterclass de como misturar géneros sem perder identidade.

Cícero – Uma Onda em Pedaços (2025)

Crítica: Cícero regressa com ‘Uma Onda em Pedaços’, álbum que mistura géneros e emoções num retrato íntimo e plural após cinco anos de silêncio.

Cory Hanson – I Love People (2025)

Cory Hanson regressa com ‘I Love People’, um disco que troca guitarras por piano e funde soft rock vintage com crítica social disfarçada em melodias luminosas.

Billie Marten – Dog Eared (2025)

Crítica: Em Dog Eared, Billie Marten expande o seu universo folk com uma sonoridade mais colaborativa e emocionalmente densa. Um álbum delicado e maduro.

Wet Leg – Moisturizer (2025)

Crítica: O segundo álbum costuma ser o bicho-papão das bandas que rebentam à primeira. Mas as Wet Leg, em vez de se enredarem nisso, deram um passo em frente: abriram a formação, cresceram em som e fizeram um disco ainda melhor.

Hard Life – Onion (2025)

Crítica: Após perderem o nome e um membro, os antigos Easy Life renascem como Hard Life com o álbum “Onion”, um registo cru, emocional e vulnerável.

Horsegirl – Phonetics On and On (2025)

Crítica: No segundo álbum, “Phonetics On and On”, as Horsegirl trocam o ruído lo-fi por um minimalismo maduro, íntimo e contemplativo, guiado por Cate Le Bon.

Haim – I Quit (2025)

Crítica: Com “I Quit”, as Haim entregam um disco de libertação e reinvenção, onde pop, indie e vulnerabilidade se cruzam com ambição e maturidade emocional.

Morcheeba – Escape the Chaos (2025)

Crítica: Os Morcheeba celebram 30 anos com “Escape the Chaos”, um disco de trip-hop íntimo, cinematográfico e emocional, marcado por colaborações e produção familiar.

Great Grandpa — Patience, Moonbeam (2025)

Crítica: Após seis anos de silêncio, os Great Grandpa regressam com Patience, Moonbeam — um álbum vibrante, emocional e inventivo que reconcilia o passado com o futuro.

Sports Team – Boys These Days (2025)

Crítica: No novo álbum ‘Boys These Days’, os Sports Team trocam o garage rock pelo pop orquestrado, sem perder o sarcasmo. Uma reinvenção nostálgica, crítica e cativante.

Bartees Strange – Horror (2025)

Crítica a ‘Horror’ de Bartees Strange. Uma fusão de identidade, vulnerabilidade e luta racial, que o consolida como uma voz única e ousada do panorama musical.

Natalia Lafourcade – Cancionera (2025)

Crítica: Em “Cancionera”, Natalia Lafourcade abraça a vulnerabilidade com 14 canções gravadas ao vivo em fita analógica. Um dos álbuns mais autênticos de 2025.

Lifeguard – Ripped and Torn (2025)

Crítica ao álbum de estreia dos Lifeguard, ‘Ripped and Torn’. Maturidade e criatividade rara. Um disco explosivo entre o pós-punk, o garage rock e o DIY de Chicago.

Finn Wolfhard – Happy Birthday (2025)

Crítica ao álbum de estreia de Finn Wolfhard, ‘Happy Birthday’. Um álbum lo-fi íntimo e cru, entre o garage rock e a folk acústica. Um retrato honesto da juventude.

Pulp – More (2025)

Mais de 20 anos depois do último disco, os Pulp regressam com “More”, um álbum surpreendente, lúcido e comovente — uma afirmação da relevância presente da banda.

Matt Berninger – Get Sunk (2025)

Matt Berninger, vocalista dos The National, lança Get Sunk, um álbum íntimo e contemplativo sobre perda, memória e renascimento. Lê a crítica completa aqui.

Sparks – MAD! (2025)

Crítica ao álbum MAD! dos Sparks. Um regresso criativo, irreverente e surpreendente do icónico duo pop com mais de 50 anos de carreira.

Mamalarky – Hex Key (2025)

Para o terceiro disco, os Mamalarky passaram temporadas inteiras curvados sobre guitarras e sintetizadores obscuros.

Vanarin – Hazy Days (2025)

Os Vanarin são artesões do som da pop psicadélica e cujo terceiro álbum nos cativa e não nos deixa sair dele.